Postado em 08 de Abril às 16h58

Logística reversa

Projetos e Ações (12)Negócios (16)

Destino correto de medicamentos vencidos

Parceria do Grupo Servioeste com a Prefeitura de Pescaria Brava (SC) permitiu o tratamento adequado de meia tonelada de fármacos em um ano. Ecopontos instalados nas quatro unidades de saúde do município e um na farmácia central, e o trabalho de conscientização sobre os perigos do uso de medicamentos vencidos, possibilitam a gestão correta dos resíduos.

O Programa Logística Reversa para Medicamentos, voltado a órgãos públicos e prefeituras, disponibiliza ecopontos em locais estratégicos para recebimento de remédios vencidos ou inutilizados que, posteriormente, receberão tratamento de acordo com as leis vigentes.

Para o Secretário de Saúde de Pescaria Brava Luiz Henrique Souza, o projeto tem adesão da população urbana e rural. “Retirar medicamentos vencidos das casas das pessoas, encaminhando para o destino correto é importante tanto para a saúde pública quanto para o meio ambiente”, complementa o secretário. 

  • Servioeste - Soluções Ambientais para Resíduos de Saúde -
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Danos ambientais e à saúde

Além de uma questão de saúde, o descarte inadequado de fármacos é um problema ambiental em virtude dos resíduos oriundos destes produtos. “O descarte incorreto, como no vaso sanitário, lixo comum ou em aterros, por exemplo, prejudica a população pois esses resíduos acabam contaminando o lençol freático”, explica Jeferson Balbinot, gestor ambiental e Diretor do Grupo Servioeste, Unidade Pescaria Brava.

Estudos apontam que no mundo todo tem sido identificada a presença de fármacos, tanto nas águas, como no solo, devido ao descarte indevido de medicamentos. O descarte no lixo comum ou lixões, proibido pela Anvisa e Conama, pode causar sérios danos a quem fizer uso destes medicamentos, como reações adversas, intoxicações.

A crescente resistência a antibióticos, distúrbios hormonais e matabólicos podem estar relacionados aos erros no descarte de medicamentos, daí a importância da gestão correta dos medicamentos. 

“As concentrações de antibióticos em alguns rios do mundo excedem os níveis “seguros” em até 300 vezes. Os antibióticos são apenas um entre uma variedade de produtos farmacêuticos, produtos de higiene pessoal e outros contaminantes ambientais cada vez mais presentes nas águas residuais e nos lixões do mundo”, afirma a Organização Mundial da Saúde (ONU).

Legislação

O Grupo Servioeste oferece produtos e serviços para que sua instituição cumpra a legislação e preserve a saúde do planeta. Certifique-se de que seu município segue todas as normativas.

As Resoluções da Anvisa 306/2004 e 222/2018 estabelecem que todo gerador de Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) deve elaborar Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS), com ações que contemplem aspectos referentes à geração, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e disposição final, bem como as ações de proteção à saúde pública e ao meio ambiente.

A Resolução do Conama 358/2005 dispõe sobre tratamento e disposição final dos Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) pela ótica da preservação dos recursos naturais e do meio ambiente.


Postado em 10 de Março às 09h00

Servioeste realiza treinamento na Uceff Chapecó

Curso focou na Resolução 222/2018

Departamento de Engenharia Ambiental do Grupo Servioeste realizou treinamento sobre manejo de resíduos de saúde para docentes do curso de Odontologia da Uceff, na tarde do dia 09 de março. A colaboradora, engenheira ambiental Caroline Beutler, responsável pela palestra, detalhou a RDC 222/2018 e evidenciou as boas práticas no gerenciamento de resíduos de saúde, ressaltando que somente a pessoa que gera tem condições de segregar adequadamente, desde que conheça bem as etapas do manejo e as definições da Resolução 222/2018. Professor Marcos Takemoto, coordenador do curso de Odontologia, ponderou que, "com esse treinamento poderemos levar aos nossos alunos informações sobre a forma correta de separação e descarte dos resíduos, colaborar com a saúde ambiental, além de cumprir com a lei".


Postado em 20 de Janeiro às 15h29

Qual o destino dos resíduos industriais?

Meio Ambiente (65)

Responsáveis pelas maiores agressões ao meio ambiente, “sobras” da produção industrial precisam de tratamento especial e destinação específica

Cinzas, lodos, óleos, solventes, ácidos, plásticos, papel, madeira, fibras, borracha, metal, vidros e cerâmicas. Todos eles são classificados como resíduos industriais ou “sobras” da produção que, destinados incorretamente, podem causar grande impacto ambiental. Em pequena ou grande escala, perigosos ou não, esses resíduos, por serem provenientes de processos produtivos industriais, possuem composição físico-química capaz de ameaçar o ciclo natural do planeta.

“O resíduo industrial é um dos principais responsáveis pelos impactos negativos ao ambiente, devido ao grande volume gerado e à sua periculosidade ou potencial poluidor. A contaminação pode causar doenças e, em casos mais graves, até a morte. Nele estão incluídos produtos químicos (cianureto, pesticidas, solventes), metais (mercúrio, cádmio, chumbo) e solventes químicos que ameaçam os ciclos naturais quando lançados diretamente ao solo, ar ou água, podendo levar até a grandes tragédias”, alerta o engenheiro sanitarista e ambiental do Grupo Servioeste, especialista em desenvolvimento sustentável, Mauro Narciso.

E é essa ameaça que as leis ambientais tentam conter. Desde 1981, a Política Nacional do Meio Ambiente classifica a poluição como crime e submete o poluidor à indenização pelos danos ambientais causados. A Política Nacional de Saneamento Básico (2007) e a Política Nacional dos Resíduos Sólidos (2010) reforçam a obrigatoriedade do correto gerenciamento de resíduos e impõem aos geradores essa responsabilidade, de forma contínua e ininterrupta.

No caso dos resíduos industriais, além das punições legais, as empresas também podem perder as certificações ambientais, como a ISO 14001, ou mesmo ter suas atividades embargadas, caso não destinem de forma correta os resíduos gerados.

As indústrias metalúrgicas, de equipamentos eletroeletrônicos, químicas, de couro e borracha, além das fundições, são responsáveis pela maior produção de resíduos perigosos. Evitar o lançamento destes resíduos em lixões, nas margens das estradas ou em terrenos baldios e garantir o tratamento adequado e a destinação correta são os maiores desafios do setor.

O QUE É PERIGOSO E O QUE NÃO É?

No Brasil, a NBR 10.004 da Associação Brasileira de Normas Técnicas, divide os resíduos industriais em classe I (perigosos), classe II A (não inertes) e classe II B (inertes). Os de classe I são aqueles considerados perigosos, inflamáveis, tóxicos, corrosivos, patogênicos ou reativos, que apresentam risco à saúde pública ou à qualidade ambiental. Já os resíduos da classe II, não são perigosos e estão subdivididos em não inertes (resíduos que apresentam características de combustão, biodegradabilidade e solubilidade em água) e inertes (não contaminantes).

Entre os resíduos industriais considerados como perigosos estão solventes usados, borras oleosas, produtos fora de especificação (tintas, matérias primas e produtos intermediários), EPIs contaminados e lâmpadas fluorescentes, entre muitos outros.

Os resíduos não inertes podem ser líquidos, gasosos e sólidos e, apesar de não terem capacidade de destruição ou contaminação, podem sujar o solo, rios e atmosfera. Com características semelhantes aos do lixo doméstico, esses resíduos podem ser solúveis em água ou com capacidade de combustão: plásticos, restos orgânicos da indústria alimentícia e restos de madeira.

Já os resíduos inertes não causam contaminação profunda, mas podem ser responsáveis pela grande quantidade de entulhos que entalam os bueiros nas grandes cidades. Eles não se decompõem com o passar o tempo: entulhos de demolição, sucatas de ferro, latas de alumínio e vidros.

Todos esses resíduos, perigosos ou não, precisam ser coletados, transportados, tratados e destinados corretamente para não prejudicarem o meio ambiente.

COMO É O TRATAMENTO

O tratamento dos resíduos industriais parte do pressuposto que é base da sustentabilidade em toda a cadeia produtiva: o reaproveitamento máximo antes do descarte. A proposta é que as indústrias gerem o menos possível de resíduos, separem de forma correta, reutilizem, reaproveitem e reciclem a maior quantidade executável.

Estas etapas também são consideradas na hora de tratar e destinar os resíduos já dispostos nas centrais de tratamento especializadas no serviço. Parte do material pode ser reaproveitado num tipo de destinação chamado de coprocessamento. É quando os resíduos sólidos industriais são utilizados para substituição energética ou de matéria prima ou, ainda, encaminhados para reciclagem. O que não pode ser reaproveitado, vai para o aterro industrial (classe I).

“A destinação dos resíduos, tanto classe I quanto II, passa, primeiro, pela análise de reaproveitamento dos materiais. É um princípio de sustentabilidade. Qual a destinação mais nobre possível para determinado resíduo? Primeiro se reaproveita ao máximo. Se eu tenho como resíduo solo argiloso contaminado por hidrocarboneto, posso usá-lo para fazer cimento. Plástico, madeira e papel, por exemplo, têm poder calorífico e podem ser usados como fonte de geração de energia ou na caldeira para incineração de outros resíduos ou geração de vapor. Metais, ferro, aço, vidros, embalagens limpas, não contaminadas, são possíveis de reaproveitamento, são recicláveis”, explica o especialista, Mauro Narciso.

Porém, de acordo com o engenheiro, o reaproveitamento dos resíduos industriais ainda é um desafio no Brasil, porque requer o uso de tecnologias para o processamento e viabilidade econômica.

“É um desafio tanto para a sociedade civil quanto para a indústria. Precisamos ampliar a discussão sobre o que estamos consumindo, a quantidade de resíduos que estamos produzindo e quais as novas tecnologias que podemos utilizar para garantirmos menos lixo e mais sustentabilidade. A legislação, neste caso, também deverá acompanhar a evolução tecnológica em constante movimento”.

Diante disso, segundo o engenheiro, a educação ambiental é o maior degrau do setor.

“Tudo pode ser reaproveitado. Seja em casa, seja na indústria. Porém, esse processo depende da consciência e da disposição do gerador. As soluções passam pelos nossos hábitos. Evitar a poluição é uma responsabilidade de todos”, destaca.

Com 25 anos de experiência como engenheiro sanitarista e ambiental, Mauro Narciso é o responsável técnico do Grupo Servioeste, conglomerado que abrange 12 empresas com atuação em todo o Brasil. O Grupo possui 10 centrais de tratamento em sete estados para coleta, transporte, tratamento e destinação final de resíduos de serviço de saúde, urbanos e industriais. 


Postado em 22 de Novembro de 2019 às 14h57

Servioeste é premiada em Foz do Iguaçu

Negócios (16)

Presidente do Grupo, Doacyr Balbinot, com os diretores Sandra Balbinot, Deivid de Oliveira e Cristian Balbinot

Empresa e diretores receberam segundo prêmio internacional do ano pela qualidade dos serviços e contribuição para o desenvolvimento sustentável

A Servioeste recebeu na noite desta quinta-feira (21), pela segunda vez no ano, o prêmio internacional que certifica a qualidade dos serviços prestados e a contribuição para o desenvolvimento social e sustentável. O troféu Latin American Quality Awards 2019, entregue em cerimônia empresarial em Foz do Iguaçu/PR, reconheceu a empresa como destaque nacional em coleta, transporte, tratamento e destinação final de resíduos de saúde.

O Grupo também recebeu cinco certificados que atestam a excelência em gestão conduzida por seus diretores.

O troféu Latin American Quality Awards 2019 certifica a atuação das melhores empresas e gestores da América Latina e África. Esta foi a 13ª edição consecutiva do evento que premiou mais de 50 empresas e 600 empreendedores.

Saiba mais sobre o prêmio e sobre o Grupo Servioeste.


Postado em 20 de Novembro de 2019 às 13h34

Servioeste lança Programa de Controle Interno de Qualidade

Projetos e Ações (12)

Você já deve ter ouvido falar no programa 5S, uma ferramenta que ajuda a criar uma cultura de organização, limpeza, padronização, disciplina e senso de utilização, voltado à gestão de qualidade empresarial. Baseados nestes princípios, a Servioeste lançou o Programa de Controle Interno de Qualidade, que considera a inclusão de mais um “S”, que é o senso de ser Servioeste, em que o colaborador entende e cumpre sua responsabilidade social e ambiental.

Cada habitante brasileiro produz em média por dia, 1kg de resíduo, sendo que 35% é considerado adequado para reciclagem e outros 35% poderiam se transformar em compostagem orgânica. Mas a falta de atitude em situações como esta tornam muitas práticas de vida longe de serem ideais. Sempre preocupada e incluindo a sustentabilidade nos negócios, a Servioeste quer mudar essa consciência dentro da empresa, criando uma cultura de disciplina para identificar problemas e gerar oportunidades para melhorias.

O responsável pela implantação do Programa de Controle, Jefferson Balbinot, explica que a sustentabilidade está incluída nos negócios da empresa e que a mudança de postura vai além do trabalho de cada colaborador.

“Independentemente de onde trabalhamos é nossa responsabilidade cuidar do que nos rodeia. Essa consciência precisa começar dentro de cada um e se tornar rotina. O senso de ser Servioeste é ter atitude para mudar, fazer os processos de forma correta e ser sustentável”.

O Programa de Controle Interno de Qualidade está sendo implantado gradativamente nas dez unidades da Servioeste com a intenção de melhorar os processos de trabalho dos profissionais da empresa. Os planos de ações serão gerenciados pelos coordenadores dos departamentos e auditados semanalmente.

“O Programa vai melhorar o clima organizacional, a produtividade e a motivação dos funcionários. A sustentabilidade está incluída em todos os processos de nossa vida e acontece com atitudes individuais que somadas fazem uma grande diferença”, finaliza Jefferson. 


Postado em 18 de Novembro de 2019 às 08h35

Servioeste recebe segundo prêmio internacional no ano

Negócios (16)Projetos e Ações (12)Inspiração (14)

Presidente do Grupo, Doacyr Balbinot, com os diretores Sandra Balbinot e Deivid de Oliveira

Diretores da empresa também serão condecorados com cinco certificados que reconhecem a qualidade e a excelência na gestão

A qualidade dos serviços prestados e a contribuição para o desenvolvimento social e sustentável são as duas características que levaram a Servioeste a ser novamente reconhecida internacionalmente como empresa brasileira destaque na coleta, transporte, tratamento e destinação final de resíduos de saúde. No próximo dia 21, os diretores do Grupo Servioeste recebem o prêmio internacional Latin American Quality Awards 2019, que será entregue durante cerimônia em Foz do Iguaçú/PR. Além do troféu, o Grupo será homenageado com outros dois certificados que atestam a qualidade dos serviços prestados (Member Certification e Global Quality Certification).

O presidente do Grupo, Doacyr Balbinot, a diretora administrativa e financeira, Sandra Balbinot, e o diretor comercial, Deivid de Oliveira, também serão condecorados no evento. Doacyr e Sandra receberão o certificado de qualidade de gestão (Master In Total Quality Administration) e Deivid, de marketing e gerente de garantia de qualidade (Quality Assurance Manager e Marketing Branding Manager Leader).

O prêmio e os certificados são conferidos pela organização Latín American Quality Institute que certifica a atuação das melhores empresas e gestores da América Latina e África. Esta será a 13ª edição consecutiva do evento que premiará mais 50 empresas, uma em cada categoria.

Para Doacyr Balbinot, a premiação internacional eleva o padrão de qualidade e a responsabilidade do Grupo Servioeste e representa o auge do trabalho desenvolvido pela equipe em 10 centrais de tratamento, localizadas em sete estados brasileiros.

“A visão, a inovação, a persistência e a humildade nos trouxeram até aqui. E hoje é um orgulho afirmar que o nosso negócio está contribuindo no processo de mudança da consciência mundial para um desenvolvimento mais sustentável. Para nós é uma honra certificar que o legado da Servioeste está à altura das grandes nações”.

A entrega do prêmio marca o encerramento do Quality Festival, evento de gestão empresarial que reúne profissionais, empreendedores e instituições da América Latina e África. Considerado o maior encontro latino-americano corporativo, o Quality Festival é organizado anualmente em dez países para promover o desenvolvimento sustentável, de acordo com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos pela ONU (Organização das Nações Unidas).

São esperados 600 empresários no evento em Foz do Iguaçú, entre 19 e 21 de novembro, com palestras, mesas de discussões e exposições de produtos e serviços. A programação também inclui momentos para a formação de alianças estratégicas de negócios entre os participantes.

Reconhecimento

Em 2019, a Servioeste completou 20 anos de atuação e já conquistou 21 prêmios e certificados ao longo da história. Só neste ano, foram dois prêmios internacionais conferidos à Servioeste. Além do Latin American Quality Awards, em julho o presidente do Grupo Servioeste, Doacyr Balbinot, recebeu o Troféu Internacional The Winner Awards, entregue pela Revista Internacional Business, em Nova York/EUA.

Além da coleta, transporte, tratamento e destinação final dos resíduos de saúde, o Grupo Servioeste também trata resíduos urbanos e industriais, gerencia centrais de portos e aeroportos, elabora Planos de Gerenciamento de Resíduos, oferece treinamentos e assessoria ambiental. A empresa também trata e destina resíduos de cemitérios, comercializa produtos para o acondicionamento dos resíduos e oferece o serviço de destruição segura de documentos.

A Servioeste é a única empresa no Brasil que possui coleta informatizada com controle online permanente e acompanhamento em tempo real. Também possui frota certificada e licenciada pelos órgãos fiscalizadores de acordo com as Normas Técnicas da ABNT e INMETRO, além de seguro ambiental, monitoramento e rastreamento 24 horas via satélite.
 


Postado em 13 de Novembro de 2019 às 15h28

Estudantes de Odontologia visitam Servioeste em Chapecó/SC

Projetos e Ações (12)

A Servioeste recebeu nesta quarta-feira (13/11), visita técnica de 30 alunos do 7º período do curso de Odontologia, da UCEFF, em Chapecó. Os estudantes, liderados pela professora da disciplina de Saúde, Ecologia e Meio Ambiente, Paula Marco Marchiori, foram recepcionados pela gerência comercial e pela equipe de engenharia ambiental da empresa.

O grupo acompanhou explanação sobre os serviços prestados pela empresa e conheceu os processos de tratamento e destinação final dos resíduos de serviços de saúde, especialidade da Servioeste. A visita busca aliar teoria e prática e conscientizar os futuros geradores de resíduos sobre a destinação correta para evitar impactos ambientais.

 

Como participar

A Servioeste proporciona integração com grupos interessados em conhecer os processos de soluções ambientais, relacionados ao tratamento de resíduos de saúde, desenvolvidos pela empresa. Instituições de ensino, empresas e clientes interessados devem solicitar a visita pelo e-mail: ambiental@servioeste.com.br.