Postado em 03 de Julho às 16h44

Grupo Servioeste viabiliza drive-thru de testes para Covid-19 em Chapecó

Projetos e Ações (15)

A ação tem cunho social e visa oferecer à população acesso ao exame

Parceria entre Grupo Servioeste, Laboratório Ridiger, Clínica Popular ACM, Vida Emergência Médica e Postos Nota 10, viabiliza a realização de testes rápidos para Covid-19, neste sábado, 04/06, das 8h às 18h, no Posto Nota 10 da rua Fernando Machado, esquina com a São João.

O teste rápido ajuda a esclarecer dúvidas de pessoas com sintomas ou que tiveram contato com alguém positivado.

Segundo a Anvisa, o uso dos testes pode ajudar a entender melhor como a resposta imune contra o vírus Sars-CoV-2 se desenvolve em pacientes ao longo do tempo. “Os testes rápidos para o novo coronavírus são dispositivos de uso profissional, manuais, de fácil execução”, ressalta a Anvisa.

Como é feito o teste

O exame se dá pelo sangue coletado da ponta do dedo. A amostra é submetida à análise e visa identificar se o paciente possui anticorpos produzidos pelo organismo depois de infectado pelo Covid-19. As coletas e análises serão feitas por técnicos do Laboratório Ridiger e parceiros e o laudo estará disponível ao paciente em 15 minutos. 

Em caso positivo, o teste indica se a pessoa se contaminou há dois ou três dias ou se a contaminação ocorreu há 15, 20 dias ou mais. “O bioquímico tem como interpretar se o paciente está contaminado, se tem defesas (anticorpos) e quando ocorreu a contaminação”, afirma Ridiger Clauss, bioquímico responsável pelo Laboratório Ridiger. Nestes casos, a orientação é procurar os serviços de epidemiologia do município.

O laboratório precisa informar aos órgãos de saúde no caso de resultado positivo via plataforma e-SUS, ao Ministério da Saúde e à Vigilância Epidemiológica municipal.

Os kits diagnósticos Covid-19 são da Wama Diagnóstica, tem acima de 93% de sensibilidade e 97% de especificidade – muito próximos ao exame molecular.

Não necessita agendamento e o paciente deve permanecer no interior do veículo.

Data da ação: Sábado, 04/07/20, das 8h às 18h
Local: Posto Nota 10, rua Fernando Machado, esquina com a rua São João.


Postado em 26 de Junho às 10h59

Saneamento Básico

Meio Ambiente (74)

Senado Federal aprova PL que atualiza o marco regulatório do saneamento básico

Doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado foram responsáveis por foram 346,5 mil internações hospitalares em 2016, conforme dados do IBGE. De acordo com levantamento realizado pelo Ministério da Saúde a pedido da Folha de São Paulo, entre 2014 e 2019, os gastos ligados a essas doenças representaram mais de 1 bilhão de reais para os cofres públicos.

O descarte irregular de esgoto sanitário é o tipo mais capilarizado de poluição hídrica, afirma João Pedro Pinheiro Vieira, mestre em Perícias Criminais Ambientais e perito criminal do Instituto Geral de Perícias de Santa Catarina. Esgoto sanitário não tratado causa impactos à saúde, ao meio ambiente e aos cofres públicos. Segundo a Unicef 2,4 bilhões de pessoas no mundo vivem sem saneamento adequado.

Dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) – ano base 2018, analisados pelo Instituto Trata Brasil informam: quase 35 milhões de brasileiros não têm acesso ao abastecimento de água (16,38%); 100 milhões de brasileiros não têm acesso ao tratamento de esgoto; apenas 46% de todo o volume de esgoto recebe destinação final correta. Em 2018, foram mais de 2 milhões de piscinas olímpicas de esgoto despejadas de forma indevida na natureza.

Marco regulatório do saneamento básico

No último dia 25 de junho, o Senado Federal aprovou o Projeto de Lei 4.162/2019 que atualiza o marco regulatório do saneamento básico brasileiro. A pauta era considerada prioritária devido ao agravamento da crise provocada pela pandemia de Covid-19. Cabe ao Presidente Jair Bolsonaro sancionar ou não o Projeto que estende para 2021 os prazos para que capitais e regiões metropolitanas eliminem os lixões a céu aberto. Pequenos municípios têm prazo até 2024. O custo estimado para universalização dos serviços em 12 anos é de 700 milhões de reais, afirma o relator Tasso Jereissati (PSDB- CE). É notório que investimentos em água, tratamento de esgoto, efluentes e resíduos geram economias em saúde, melhoram as condições de vida e empoderam o cidadão.

Segundo a Agência Senado o marco “facilita a privatização de estatais do setor e extingue o modelo atual de contrato entre municípios e empresas estaduais de água e esgoto. O novo marco transforma os contratos em vigor em concessões com a empresa privada que vier a assumir a estatal. O texto também torna obrigatória a abertura de licitação, envolvendo empresas públicas e privadas”.

Para alguns senadores, como Rogério Carvalho (PT-SE) e Weverton (PDT-MA), o tema deveria ser melhor debatido. Agência Senado destaca a preocupação de Weverton sobre as disparidades regionais no oferecimento e acesso aos serviços: “Sabemos que, infelizmente quanto às cidades pequenas, principalmente do Norte e do Nordeste, esses investimentos não vão chegar, como foi aqui falado. É um projeto que vai beneficiar os grandes centros, claro, onde as grandes empresas têm interesse de investir, mas no entorno nós vamos continuar ainda à margem”.

O desafio é resolver a inadmissível existência de lixões a céu aberto e garantir o acesso à água potável a 99% da população e rede de esgoto a 90% dos brasileiros até 2033.

O novo marco promete fortalecer a Agência Nacional de Águas (ANA) na regulação dos serviços. A atualização das regras abre caminhos para que instituições privadas possam fornecer rede de água, coleta e tratamento de esgoto, trazendo eficiência para o setor.

Estima-se que as novas diretrizes tragam bilhões em investimentos privados e possam criar inúmeros empregos no país. Para que isso ocorra, “a iniciativa privada deverá investir em pesquisa e tecnologia para ofertar projetos inovadores capazes de gerar soluções para problemas antigos. Empresários deverão acelerar o passo para propor iniciativas. Associações entre empresas e instituições de ensino e pesquisa parece um bom caminho. Espera-se que haja flexibilidade e segurança jurídica para permitir diferentes formas de parceria”, ressalta Doacyr Balbinot, Presidente do Grupo Servioeste


Postado em 18 de Junho às 11h12

Marco ambiental

Meio Ambiente (74)

Decreto Federal regulamenta descarte de medicamentos

Prevista na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), a Logística Reversa de Medicamentos foi regulamentada no último dia 05 de junho pelo Decreto 10.388. A legislação estabelece parâmetros para o descarte correto desses produtos, envolvendo consumidores e empresas que integram a cadeia farmacêutica.

Farmácias e drogarias tem até 180 dias a partir da publicação do decreto para disponibilizar e manter pelo menos um ponto fixo de recebimento de medicamentos. Cabe ao consumidor levar até os pontos de coleta os medicamentos vencidos ou em desuso e suas respectivas embalagens. Os distribuidores devem viabilizar a coleta e transporte do material recolhido. Os fabricantes ou importadores são responsáveis pela destinação ambientalmente adequada. Os custos serão compartilhados pela cadeia farmacêutica, afirma o Ministério do Meio Ambiente . O decreto estabelece algumas regras específicas em função do número de habitantes dos municípios e registro no Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos .

Gutemberg Vieira, gerente comercial do Grupo Servioeste, destaca que o trabalho de logística reversa já é desenvolvido por meio de parcerias com Prefeituras, distribuidores e redes de farmácias. A regulamentação federal facilita a gestão do processo e deve contribuir para a conscientização das pessoas sobre a importância da destinação correta de medicamentos vencidos ou em desuso.

Para Sergio Mena Barreto, CEO da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), “Trata-se de uma conquista histórica para o setor farmacêutico, resultado de muitos anos de discussão em relação à destinação final desses produtos e o impacto gerado ao meio ambiente em função do descarte inadequado. Os farmacêuticos têm um papel fundamental na promoção da educação ambiental junto aos consumidores e devem sempre informá-los, principalmente, durante a dispensação de medicamentos”. Com a regulamentação, os três elos da cadeia logística atuam de modo coordenado, e ao final o meio ambiente sai ganhando, acrescenta o CEO da Abrafarma.

Danos ambientais e à saúde

Os medicamentos devem passar por tratamento correto antes da destinação final ambientalmente adequada em empreendimentos licenciados para evitar danos ao meio ambiente. Os sistemas de tratamento de esgoto não conseguem eliminar algumas das substâncias presentes nos medicamentos. Estes resíduos químicos, quando em contato com a natureza, podem geram problemas ambientais. “O descarte incorreto, como no vaso sanitário ou lixo comum, por exemplo, prejudica a população pois esses resíduos acabam contaminando o lençol freático”, explica Jeferson Balbinot, gestor ambiental e Diretor do Grupo Servioeste, unidade Pescaria Brava.

Distúrbios hormonais e metabólicos e a crescente resistência a antibióticos podem estar relacionados aos erros no descarte de medicamentos, daí a importância da gestão correta dos medicamentos. “As concentrações de antibióticos em alguns rios do mundo excedem os níveis “seguros” em até 300 vezes. Os antibióticos são apenas um entre uma variedade de produtos farmacêuticos, produtos de higiene pessoal e outros contaminantes ambientais cada vez mais presentes nas águas residuais e nos lixões do mundo”, afirma a Organização Mundial da Saúde (ONU) .

Há mais de 20 anos, o Grupo Servioeste oferece serviços de coleta, transporte, tratamento e destinação final de medicamentos e demais resíduos de serviços de saúde em sete estados do Brasil. Nós ajudamos você a fazer a sua parte.


Postado em 16 de Junho às 09h13

Grupo Servioeste participa de debates sobre gestão de RSS

Projetos e Ações (15)
  • Servioeste - Soluções Ambientais para Resíduos de Saúde -

Parcerias incentivam a construção de novos conhecimentos

O Grupo Servioeste, sempre aberto à inovação, acredita na força das parcerias entre empresas e instituições de ensino, capazes de gerar conhecimentos relevantes para a sustentabilidade do planeta.

Preocupado com a preservação da saúde pública e do meio ambiente, Anderson Oliveira, assessor comercial da Servioeste, Mestre em Ciências da Saúde e Meio Ambiente, participa frequentemente de aulas e debates cujas temáticas a gestão de resíduos.

Recentemente tratou sobre o papel da engenharia no tratamento de resíduos de serviços de saúde, com alunos do curso de Engenharia Ambiental do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA) , mantido pela Fundação Oswaldo Aranha.

O convite foi feito por pelo professor Roberto Guião, Doutor em Engenharia Civil, responsável pela disciplina Gestão de Resíduos Sólidos do curso de Engenharia Ambiental do UniFOA. Alunos do 9º período puderam conhecer os trabalhos desenvolvidos pelo Grupo Servioeste, principalmente quanto ao tratamento de resíduos de serviços de saúde.

Outra participação de Anderson foi nos cursos técnicos de Enfermagem, Análises Clínica e de Radiologia, do Instituto José Rodrigues da Silva, também em Volta Redonda.

“A aproximação com os futuros engenheiros ambientais é uma oportunidade de grande valor para estimular a construção de conhecimentos sobre impactos ambientais e a saúde humana”, ressalta Anderson Oliveira.


Postado em 15 de Junho às 11h47

Embalagens verdes

Meio Ambiente (74)

Cientistas buscam plástico biodegradável de qualidade

Os plásticos são compostos por carbono. A origem de grande parte deste elemento químico ainda é o petróleo, matéria-prima fóssil não renovável, finita e não biodegradável. O plástico é utilizado para confecção de artefatos dos mais variados tipos (embalagens, eletrodomésticos, celulares, componentes de carros, brinquedos, etc). O destino de muitos dos resíduos provenientes destes produtos, infelizmente, é a natureza: rios, oceanos, lixões.

A Organização das Nações Unidas (ONU) definiu os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) como parte da Agenda 2030, lançada em 2015 durante a Cúpula de Desenvolvimento Sustentável. Dentre os objetivos estão: consumo e produção conscientes; ação contra a mudança global do clima; redução da poluição marinha, especialmente a advinda de atividades terrestres. Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável devem orientar as políticas nacionais e ações internacionais nos próximos dez anos.

Dados do Panorama dos Resíduos Sólidos divulgado pela Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais) atestam que 40% das embalagens plásticas são destinadas a aterros. Um terço são descartadas em ecossistemas como oceanos e florestas tropicais, contaminando o solo, os rios e o ar e causando problemas à saúde, destaca relatório da Fundação Ellen MacArthur. 

Consciência ecológica

“Quando se fala em consumo consciente devemos pensar em todo o ciclo de vida do que estamos consumindo: de onde vem, para onde vai e o que vai gerar depois de descartado”, avalia Maria Lúcia Bianchi, professora doutora da Universidade Federal de Lavras (UFLA), Minas Gerais.

A busca por fontes renováveis de carbono para produção industrial tem no conhecimento científico um grande aliado. O intercâmbio entre instituições de pesquisa, cientistas e indústrias favorece a criação de métodos capazes de contribuir para reverter o processo de degradação ambiental do nosso planeta. Estudiosos de diversas áreas e países procuram na biomassa (material proveniente de recurso natural) a resposta para a obtenção de filmes plástico, por exemplo.

Cana-de-açúcar, vegetais, resíduos industriais, agrícolas ou de pesca possuem potencial de reaproveitamento. Em alguns casos, são utilizados na geração de energia, como o biogás, em outros são descartados de forma incorreta, poluindo o meio ambiente, contrariando a legislação brasileira. Pesquisadores focam-se justamente em reaproveitar os resíduos desta produção para elaboração de plástico biodegradável.

Resíduos da pesca e indústria madeireira

Maria Lúcia Bianchi, professora doutora do Departamento de Química UFLA, coordena grupo de pesquisa que utiliza matéria-prima de fontes renováveis como resíduos da pesca, da indústria madeireira, casca de café, cana de açúcar.

Camila Marra Abras é responsável pelo estudo que utiliza vários desses componentes como a celulose nanofibrilada de eucalipto, a quitosana (proveniente dos crustáceos) e óleo essencial de gengibre. O resultado são filmes poliméricos que poderão gerar embalagens biodegradáveis destinadas a indústrias alimentícia, farmacêutica e biomédica, explica a professora Maria Lúcia Bianchi.

Testes analisaram a resistência, umidade e permeabilidade ao vapor de água, por exemplo: “Os filmes que tinham as maiores concentrações de celulose nanofibrilada e de óleo de gengibre foram os mais eficientes. O teste de biodegradação em solo simulado mostrou que esse filme foi totalmente degradado”, ressalta Camila Abras.

A utilização de resíduos como matéria prima para produção de artefatos por meio de um processo enxuto (utilização de pouca água, pouca energia, poucos reagentes e gerando pouco ou nenhum resíduo) pode baratear o produto final, além de preservar o meio ambiente. “Nosso projeto contribui para valorizar o que não tem valor, dar uma melhor destinação para resíduos, possibilitar a geração de renda adicional seja para a indústria, seja para o pequeno produtor”, ressalta Bianchi.

Carbono proveniente da cana-de-açúcar

Antônio Burtoloso, professor do Instituto de Química de São Carlos da Universidade de São Paulo (USP), em colaboração com pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) - organização social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações -, desenvolve técnica visando a obtenção de moléculas de carbono de forma sustentável e com menor risco ao meio ambiente. O composto químico produzido origina-se do bagaço da cana-de-açúcar e é potencial para fabricação de plásticos. A pesquisa está em fase inicial. Os pesquisadores estão avaliando as características do material, para depois, estabelecer parcerias e a produção em escala piloto.

Há uma tendência mundial, ainda que tímida devido aos custos e à cultura, para o uso de produtos elaborados de forma sustentável. “Se as propriedades dos produtos elaborados com a nossa técnica forem similares às existentes no mercado, o cliente faria a compra com a consciência muito mais tranquila”, afirma Burtoloso.

Plástico de amido

Outro tipo de plástico biodegradável, que tem como matéria-prima o amido, foi produzido na Universidade de São Paulo (USP), por meio de parceria entre Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), em Piracicaba, e a Escola Politécnica (Poli) em São Paulo.

Os pesquisadores desenvolveram uma técnica que utiliza o gás ozônio para processar o amido e melhorar as propriedades do plástico. O resultado é um produto mais permeável, transparente e resistente, que poderá ser usado em diversos tipos de embalagens. O processamento dos amidos com ozônio permitiu a obtenção de filmes plásticos mais resistentes e homogêneos, detalha Carla Ivonne La Fuente Arias, coautora da pesquisa.

“Estudamos diferentes tecnologias de baixo impacto ambiental para modificação de amido e possíveis aplicações. Chegamos a obter plásticos 60% mais resistentes do que os feitos de amido nativo. São utilizados entre 70 e 80 gramas de amido de mandioca e batata - vegetais integrais - para produzir 100 gramas de filme. O amido obtido dessas matérias primas é largamente utilizado na produção de alimentos, fármacos, tintas, tecidos, roupas e até para extração de petróleo”, explica Pedro Esteves Duarte Augusto, coordenador do grupo de pesquisa da Esalq.

O método desenvolvido pelos pesquisadores já teve a patente requerida, visando a transferência de tecnologia para a indústria. A viabilidade econômica depende de diversos fatores, tais como escala, aplicação, planta industrial.

* Com informações de Caio Albuquerque e Henrique Fontes (USP) e Karina Mascarenhas (UFLA).
 


Postado em 12 de Junho às 14h17

Junho Vermelho incentiva a doação de sangue

Saúde (27)

Agendamentos oferecem segurança aos doadores

O inverno é um período propício para a disseminação de doenças respiratórias. Pessoas sintomáticas não podem realizar doação. A consequência natural é a diminuição dos estoques de sangue. Para evitar que isso ocorra, no mês de junho os hemocentros focam em campanhas educativas para estimular as doações.

Eliana Ribicki, coordenadora de captação de doadores do Hemosc Chapecó, destaca: “É a frequência com que os doadores comparecem para captação que permite o equilíbrio dos estoques. Os hemocentros dependem dos doadores regulares”.

Sabendo disso, Mário Pavin doou seu sangue regularmente por 50 anos seguidos, colaborando para o funcionamento dos hospitais de Passo Fundo (RS) e região, já que sem estoques de sangue, cirurgias e atendimentos a pacientes com doenças crônicas ou em tratamento ficam prejudicados. Para Mário, a doação sempre foi algo natural. Agora, aos 70 anos já não pode mais doar. Contudo, durante cinco décadas, Mário esteve atento às necessidades dos hemocentros. Além de fazer o bem a centenas de pessoas, deixou um legado aos filhos, ensinando-os sobre a importância da doação regular e contínua.

Segurança

Neste momento de pandemia, a estratégia de trabalho dos hemocentros está centrada no processo de agendamento por telefone. O objetivo é assegurar o distanciamento seguro e controlar os estoques. “Intensificamos os cuidados para garantir segurança aos doadores e colaboradores e possibilitar que os estoques se mantenham em níveis seguros”, ressalta Eliana Ribicki, Hemosc Chapecó.

A cada dois anos, o Ministério da Saúde divulga dados de pesquisa sobre o perfil do doador de sangue no Brasil. Em 2018, apenas 1,6% da população brasileira doava sangue - 16 a cada mil habitantes.

Cada doação pode salvar até quatro vidas. Faça sua parte.
Agende seu horário no hemocentro da sua região.


Postado em 08 de Junho às 17h10

Dia Mundial dos Oceanos

Meio Ambiente (74)

08 de junho marca agenda pela sustentabilidade ambiental

A data foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU). Hoje, inicia a Década dos Oceanos, também instituída pela ONU. Os oceanos, as espécies vegetais e animais e a economia do planeta sofrem com as 13 milhões de toneladas de plástico que acabam nas águas dos mares a cada ano.

António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas, reafirma a luta pela proteção do meio ambiente:
“Enquanto pulmões do nosso planeta e o seu maior meio de absorção de carbono, os oceanos desempenham um papel vital na regulação do clima global.”

Segundo a ONU,
• Os oceanos absorvem cerca de 30% do dióxido de carbono produzido pelos seres humanos, amortecendo os impactos do aquecimento global;
• Os oceanos servem como a maior fonte de proteína do mundo, com mais de 2,6 bilhões de pessoas dependendo dos oceanos como sua principal fonte de proteína.

Faça sua parte: Repense, compartilhe, recicle, reduza!