Postado em 18 de Abril às 15h19

Cuidados ao descartar agulhas e resíduos perfurocortantes

Saúde (12)

Assim como os demais resíduos de saúde, os que apresentam riscos de cortes e perfurações devem ser acondicionados corretamente para evitar contaminação.

Não é incomum encontrar objetos perigosos, como seringas com agulhas, descartados de maneira incorreta, em sacos plásticos e sem a devida identificação. Prática que pode acarretar em danos para a saúde dos seres humanos que precisam manusear esses resíduos. “O conhecimento das práticas de gerenciamento de resíduos de serviços de saúde (RSS) – em função das características e classes de riscos – contribui para a correta segregação, classificação, identificação e acondicionamento dos resíduos, minimizando, desta forma, a incidência de acidentes e riscos de contaminação ambiental. A separação incorreta de objetos perfurocortantes, por exemplo, pode gerar risco para todos os colaboradores envolvidos com o material, que podem se cortar e contaminar durante seu manuseio”, explica a engenheira ambiental do Grupo Servioeste, Caroline Ludwig.

Os resíduos perfurocortantes são todos os objetos e instrumentos que possam furar ou cortar, como lâminas de bisturis, agulhas, ampolas de vidro e utensílios de vidro quebrados. Esses resíduos devem ser armazenados em coletor específico para perfurocortantes devidamente identificado.

Os RSS são classificados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e cada grupo deve ser segregado, acondicionado e tratado de maneiras diferentes, conforme os riscos que apresentam.

Servioeste - Soluções Ambientais para Resíduos de Saúde De acordo com um estudo feito pelo Hospital Albert Einstein, o maior risco ambiental a partir dos resíduos hospitalares é representado pelo chamado lixo infectante....

De acordo com um estudo feito pelo Hospital Albert Einstein, o maior risco ambiental a partir dos resíduos hospitalares é representado pelo chamado lixo infectante. Caracteriza-se pela presença de agentes biológicos como sangue e derivados, secreções e excreções humanas, tecidos, partes de órgãos, peças anatômicas; além de resíduos de laboratórios de análises e de microbiologia, de áreas de isolamento, de terapias intensivas, de unidades de internação, assim como materiais perfurocortantes.

O descarte inadequado de resíduos de saúde (contaminados, portanto nocivos), além de ser um risco à saúde humana e ao meio ambiente, acarreta em crime ambiental. Cada resíduo precisa ter sua separação, recolhimento e tratamento correto, evitando desperdícios de recursos financeiros e ambientais.

A Anvisa estabeleceu regras nacionais sobre o gerenciamento do resíduo de saúde gerado – da origem ao destino. Estas regras atingem hospitais, clínicas, consultórios, laboratórios, necrotérios e outros estabelecimentos de saúde.


Postado em 12 de Abril às 16h08

Como estúdios de tatuagem devem gerenciar seus resíduos

Saúde (12)Meio Ambiente (35)

Empreendimentos também são geradores de resíduos de serviços de saúde.

A manipulação dos resíduos perfurocortantes com agentes biológicos pode causar acidentes, levando à contaminação da população, caso os Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) estejam mal acondicionados e tenham um destino final inadequado. Os estúdios de tatuagem, por exemplo, são locais que devem seguir as normas de higiene e segurança exigidas no manuseio dos resíduos.

Servioeste - Soluções Ambientais para Resíduos de Saúde O descarte do material residual do processo de tatuagem deve seguir as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), da mesma forma que o descarte de...

O descarte do material residual do processo de tatuagem deve seguir as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), da mesma forma que o descarte de materiais dos hospitais e clínicas médicas. Isso porque, tanto as agulhas quanto as luvas e tintas, acabam contendo resíduos de sangue e apresentam, portanto, potencial de contaminação aos profissionais envolvidos no recolhimento do lixo e ao meio ambiente.

“Assim como em estabelecimentos de saúde, os estúdios de tatuagem também precisam segregar e acondicionar seus resíduos conforme a periculosidade que eles apresentam, para que o destino final seja o correto. Geralmente são resíduos do Grupo A (potencialmente infectantes, com presença de agentes biológicos), Grupo B (tintas) e do Grupo E (perfurocortantes, como agulhas e seringas)”, explica a engenheira ambiental do Grupo Servioeste, Caroline Beutler.


Postado em 02 de Abril às 14h50

Grupo Servioeste realiza treinamentos em SC, PR e RJ

Meio Ambiente (35)

No início de março, o Grupo Servioeste efetuou um treinamento com a equipe da Clínica de Diálise do município de Volta Redonda, no Rio de Janeiro, como preparação para a inauguração do empreendimento.

Visando aprimorar seus colaboradores, as unidades de Chapecó/SC e Maringá/PR do Grupo Servioeste realizaram reuniões de treinamento com seus motoristas. O tema foi os processos logísticos, com apoio dos departamentos jurídico e ambiental. 


Postado em 29 de Março às 17h09

Saiba o que acondicionar no Saco Laranja️

Saúde (12)
  • Produtos e Insumos farmacêuticos;
  • Medicamentos Controlados pela Portaria MS 344/98;
  • Medicamentos vencidos;
  • Resíduos de cosméticos.

Postado em 27 de Março às 13h56

Saiba o que acondicionar no Saco Vermelho

Saúde (12)
  • Resíduos com suspeita ou certeza de contaminação biológica por agentes Classe de Risco 4, microrganismos com relevância epidemiológica e risco de disseminação;
  • Bolsas transfusionais contendo sangue ou hemoderivados, sobras de amostras de laboratório contendo sangue ou líquidos corpóreos;
  • Resíduos contaminados por príons;
  • Peças anatômicas humanas ou animais.

Postado em 22 de Março às 14h20

Saiba o que acondicionar no Saco Branco Leitoso

Saúde (12)
  • Resíduos resultantes de atividades de vacinação com microrganismos vivos ou atenuados, incluindo frascos de vacinas com expiração do prazo de validade, com conteúdo inutilizado, vazios ou com restos do produto;
  • Recipientes e materiais resultantes do processo de assistência à saúde, contendo sangue ou líquidos corpóreos na forma livre (ex. fio de sutura, algodão ou luvas contendo sangue.);
  • Kits de linhas arteriais, endovenosas e dialisadores, quando descartados;
  • Filtros de ar e gases aspirados de área contaminada, membrana filtrante de equipamento médico-hospitalar e de pesquisa, entre outros similares;
  • Sobras de amostras de laboratório e seus recipientes contendo fezes, urina e secreções, provenientes de pacientes que não contenham e nem sejam suspeitos de conter agentes Classe de Risco 4;
  • Recipientes e materiais resultantes do processo de assistência à saúde que não contenham sangue ou líquidos corpóreos na forma livre.

Postado em 23 de Fevereiro às 15h56

Grupo Servioeste realiza palestras e treinamentos nos estados de SC, PR e RJ

Meio Ambiente (35)Saúde (12)

Foi realizado, no início de fevereiro, treinamento com os funcionários do hospital Unimed de Balneário Camboriú, em Santa Catarina. Os colaboradores da Servioeste explicaram aos profissionais do Hospital sobre a importância em segregar, acondicionar e identificar corretamente os resíduos do gerador, para que a coleta, transporte, tratamento e destinação final também se deem de maneira adequada. 

A Servioeste também está presente no Paraná, onde ministrou uma palestra, em duas etapas, na Unicesumar – Centro Universitário de Maringá. O tema abordado foi segregação de resíduos.