Blog Saúde

Postado em 18 de Maio às 14h01

Controle da Infecção Hospitalar

Saúde (26)

Prevenção engloba medidas rigorosas de controle que vão da higienização das mãos ao tratamento de efluentes e resíduos de serviços de saúde

Há alguns anos o termo infecção hospitalar foi alterado devido à ampliação do conceito. Hoje, fala-se em Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS), incluindo diferentes estabelecimentos de assistência à saúde, como lares de idosos, home care, hospitais e clínicas. Portanto, o controle das infecções também deve ser realizado nestes ambientes. Além disso, o conceito abrange as infecções ocupacionais adquiridas por profissionais de saúde.

As Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) são aquelas adquiridas durante internação em unidades de assistência à saúde ou quando relacionadas a procedimentos ambulatoriais ou cirurgias, podendo manifestar-se inclusive após a alta.

Tiago Danelli, farmacêutico especialista em Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde e doutorando em Fisiopatologia Clínica e Laboratorial pela Universidade Estadual de Londrina, explica que as IRAS estão associadas a grupos de microrganismos multirresistentes (conhecidos como grupo ESKAPE) que apresentam altas taxas de morbimortalidade nos ambientes de assistência à saúde, justamente devido à resistência a medicamentos antimicrobianos potentes de uso hospitalar.

Além dos altos índices de morbimortalidade, as IRAS envolvem custos elevados de tratamento e tempo de permanência nas Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs), o que acaba reduzindo a disponibilidade de leitos para tratamento de outras enfermidades, afirma Tiago Danelli.

Os microrganismos ligados às IRAS estão relacionados a infecções oportunistas em pacientes imunodeprimidos, com a saúde debilitada ou suscetíveis, como aqueles que passaram por processos cirúrgicos, acidentes automobilísticos, queimados, com câncer, etc. Toda bactéria multirresistente é preocupante pois frente a uma baixa imunológica ou em pacientes com comorbidades, pode gerar infecção, assegura Tiago.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as infecções hospitalares podem ser controladas com medidas de prevenção. A Lei Federal n° 9.431/1997 instituiu a obrigatoriedade da existência da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) e de Programa de Controle de Infecções Hospitalares (PCIH).

Trabalhadores ligados aos setores de assistência à saúde devem ser capacitados para a prevenção da disseminação de agentes infecciosos, seguindo as recomendações da Gerência de Vigilância e Monitoramento em Serviços de Saúde, ligada ao Ministério da Saúde.

Principais ações de controle das IRAS

Lavagem completa e padronizada das mãos;
Bons hábitos de higiene – etiqueta da tosse e espirro;
Uso adequado de álcool 70%;
Uso correto de Equipamento de Proteção Individual (EPIs);
Imunização dos profissionais;
Controle e monitoramento da colonização de bactérias nos pacientes;
Isolamento dos pacientes quando houver indicação clínica;
Monitoramento do ambiente hospitalar;
Limpeza e desinfecções dos ambientes;
Correto tratamento de efluentes e resíduos de serviços de saúde.

One Health

Projeção da Organização das Nações Unidas (ONU) estima que até 2050, 10 milhões de pessoas no mundo poderão morrer a cada ano devido a infecções causadas por microrganismos multirresistentes.

A preocupação da OMS vai muito além da saúde humana. Em 2019 a organização divulgou as 10 ameaças à saúde global , dentre elas a resistência antimicrobiana.

Numa abordagem multidisciplinar e multiprofissional chamada One Health (Saúde Única) a OMS trabalha visando reduzir os riscos à saúde pública, dentre eles, a resistência antimicrobiana. Parte do pressuposto de que a saúde humana está vinculada à saúde ambiental, animal e vegetal. Microrganismos da saúde humana ao contaminarem o meio ambiente, por exemplo, geram interferências nos sistemas animal e vegetal, assim como o uso de antibióticos em animais de corte (proteína animal) e na agricultura interferem na saúde humana, ambiental, de outros animais e vegetais, gerando uma pressão seletiva que tende a selecionar os microrganismos multirresistentes, relata Tiago Danelli.

“A OMS trabalha em estreita colaboração com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) para promover respostas multissetoriais aos riscos de segurança alimentar, riscos de zoonoses e outras ameaças à saúde pública no ambiente humano, interface animal-ecossistema e fornecer orientações sobre como reduzir esses riscos”, declara a OMS.

Resíduos de Serviços de Saúde

A gestão adequada dos resíduos de saúde (RSS) reflete uma cultura de segurança institucional que pode ser determinante no processo assistencial e evitar desfechos desfavoráveis em saúde, afirma Danielly Negrão, doutora em enfermagem, com ênfase em gestão de resíduos de serviço de saúde.

Segundo a Anvisa (RDC 222/2018), os geradores de resíduos de saúde devem elaborar um Programa de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS), descrevendo as ações relativas ao manejo dos resíduos sólidos, contemplando aspectos referentes à geração, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e disposição final, bem como as ações de proteção à saúde pública e ao meio ambiente.

Os resíduos de serviços de saúde (RSS) representam potencial risco àquilo que a OMS chama Saúde Única (One Health), pois quando manipulados de forma inadequada ou descartados em locais impróprios podem danificar o meio ambiente, prejudicar humanos e animais.


Postado em 12 de Novembro de 2019 às 14h44

Servioeste capacita servidores de hospitais no Paraná

Saúde (26)

Servidores de três hospitais de Londrina/PR aprenderam, detalhadamente, o processo de coleta, transporte, tratamento e destinação final de resíduos de serviços de saúde. Os treinamentos, realizados pela equipe de Engenharia Ambiental da Servioeste, aconteceram na Santa Casa de Londrina, Hospital Mater Dei e Hospital Infantil Sagrada Família, nos dias 6 e 7 de novembro, e visam orientar sobre a importância da separação dos resíduos para destinação correta.

De acordo com analista de processos ambientais da Servioeste em Maringá/PR, Letícia Sussai Manzano, as capacitações melhoram a eficácia dos serviços da empresa.

“Nossos clientes precisam ter claras suas responsabilidades e ter consciência dos impactos ambientais e de saúde pública que esses resíduos podem causar. O tratamento e a destinação final ficam mais fáceis quando eles entendem a importância que têm dentro do processo”.

Nesta etapa, 300 colaboradores foram capacitados nos três hospitais paranaenses. Os treinamentos acontecem semanalmente em todas as 10 unidades do Grupo Servioeste.


Postado em 17 de Outubro de 2019 às 15h40

Servioeste capacita servidores do Hospital Paraná

Meio Ambiente (69)Saúde (26)

Treinamento em Maringá pautou a destinação correta de resíduos de serviço de saúde

Como deve ser feita a segregação dos resíduos gerados nas unidades de saúde? Depois de separados corretamente, de que forma devem ser acondicionados para não comprometer e para facilitar o trabalho de coleta, tratamento e destinação final dos materiais recolhidos? Estes foram os temas abordados no treinamento da Servioeste concedido a 50 servidores do Hospital Paraná, em Maringá, nesta quinta-feira, 17.

Os servidores de diversos departamentos aprenderam o passo a passo do tratamento de resíduos de saúde feito pela Servioeste, desde a coleta do material, passando pelo transporte em caminhões licenciados, até os processos de tratamento – incineração, autoclavagem e tratamento de gases – e disposição final em aterros sanitários.

De acordo com a Engenheira Ambiental e Sanitária da Servioeste em Maringá, Letícia Sussai Manzano, a capacitação é importante, já que todo o processo de tratamento inicia na segregação dos resíduos, hoje, maior gargalo do setor.

“Os treinamentos aumentam a eficácia dos serviços da empresa, ampliando o conhecimento dos clientes sobre segregação, tratamento e disposição final dos resíduos, até porque todos geram resíduos em seus processos de trabalho e têm a responsabilidade de evitar que eles causem impacto ambiental e na saúde pública”.

Grupo Servioeste

Além da coleta, transporte, tratamento e destinação final dos resíduos de saúde, o Grupo Servioeste também gerencia centrais de portos e aeroportos, elabora Planos de Gerenciamento de Resíduos, oferece treinamentos e assessoria em licenciamento e projetos ambientas. Também, comercializa produtos para o acondicionamento dos resíduos.

A empresa ainda coleta, transporta, trata e destina resíduos de cemitérios e oferece o serviço de destruição segura de documentos.

A Servioeste é a única empresa no Brasil que possui coleta informatizada com controle online permanente e acompanhamento em tempo real, na qual são lançados os tipos e a quantidade dos resíduos coletados, garantindo a segurança dos clientes.

Também possui frota certificada e licenciada pelos órgãos fiscalizadores de acordo com as Normas Técnicas da ABNT e INMETRO, além de monitoramento e rastreamento 24 horas via satélite, bem como seguro ambiental.


Postado em 26 de Setembro de 2019 às 11h04

Servioeste capacita servidores de saúde em Chapecó

Saúde (26)Sustentabilidade (27)

Treinamento pauta destinação correta de resíduos no setor

Como deve ser feita a segregação dos resíduos gerados nas unidades de saúde? Depois de separados corretamente, de que forma devem ser acondicionados para não comprometer e para facilitar o trabalho de coleta, tratamento e destinação final dos materiais recolhidos? Estes são os temas abordados no treinamento da Servioeste concedido a 60 servidores da Secretaria Municipal de Saúde de Chapecó nesta quinta-feira, 26, no auditório da pasta.

De acordo com a enfermeira, coordenadora de Estratégias de Saúde da Família do município, Micheli Bordignon, a oficina busca capacitar os servidores das 26 unidades de saúde de Chapecó para respeitar as questões de sustentabilidade e reduzir os riscos biológicos da produção de resíduos, por meio da destinação correta.

Participaram profissionais de saúde de várias categorias, como agentes comunitários de saúde, auxiliares de enfermagem, enfermeiros, coordenadores e auxiliares de consultórios dentários.

“Nós já estamos há um tempo trabalhando a questão da destinação correta de resíduos, que vem ao encontro do programa Lixo Zero lançado pela Prefeitura no ano. Temos uma parceria há bastante tempo com a Servioeste e a capacitação de hoje é para que os profissionais saibam fazer a destinação dos resíduos da melhor forma. A gente não tem como evitar a produção de resíduos, mas temos como separar e destinar de forma correta”.

Para o gerente comercial, Gutemberg Vieira, a capacitação é importante, já que a segregação é hoje o maior gargalo na coleta e tratamento dos resíduos.

“Hoje é a maior dificuldade do setor. A segregação é a base da coleta correta e do tratamento e destinação adequados. A capacitação é uma prática que a Servioeste mantém com os clientes, com treinamento de segregação para termos uma possibilidade melhor de coletas e para que os resíduos estejam realmente separados de forma correta. Os treinamentos devem ser constantes, porque sempre há mudanças nas equipes de trabalho e precisamos sempre reavaliar o conhecimento do processo”.

A engenheira ambiental da Servioeste, Caroline Beutler, que comandou o treinamento, destaca que a responsabilidade da destinação correta dos resíduos é de todos os profissionais de saúde.

“Todos geram resíduos em seus processos de trabalho e têm a responsabilidade de evitar que esses resíduos causem impacto ambiental e de saúde pública. Por isso o treinamento é tão importante”.

Grupo Servioeste

Além da coleta, transporte, tratamento e destinação final dos resíduos de saúde, o Grupo Servioeste também gerencia centrais de portos e aeroportos, elabora Planos de Gerenciamento de Resíduos, oferece treinamentos e assessoria em licenciamento e projetos ambientas, além de comercializar produtos para o acondicionamento dos resíduos. A empresa também coleta, transporta, trata e destina resíduos de cemitérios e oferece o serviço de destruição segura de documentos.

A Servioeste é a única empresa no Brasil que possui coleta informatizada com controle online permanente e acompanhamento em tempo real, na qual são lançados os tipos e a quantidade dos resíduos coletados, garantindo a segurança dos clientes. Também possui frota certificada e licenciada pelos órgãos fiscalizadores de acordo com as Normas Técnicas da ABNT e INMETRO, além de monitoramento e rastreamento 24 horas via satélite, bem como seguro ambiental.


Postado em 03 de Setembro de 2019 às 14h50

Ação da Servioeste apoia movimento de prevenção do suicídio e doenças mentais

Saúde (26)

Figuras que representam a dor de quem vive um momento difícil e frases de apoio como “não tenha vergonha de procurar ajuda profissional” foram espalhadas pelos murais e salas da empresa matriz da Servioeste, em Chapecó/SC, como forma de chamar a atenção dos colaboradores sobre um problema muito sério no mundo: o suicídio. A ação, que alerta sobre a necessidade de cuidar da mente, é do setor de Recursos Humanos da empresa, em adesão ao movimento nacional Setembro Amarelo.

A psicóloga da Servioeste, Gabriela Costa, explica que o suicídio ainda é considerado um tabu na sociedade e, por isso, é tão importante falar sobre o assunto.

“Temos que perder o medo de dialogar. Espalhar lembretes pela empresa, com frases padrões da campanha, faz as pessoas refletirem sobre algo que está muito perto de nós. A saúde mental também deve ser uma preocupação, porque tem formas de prevenir e tratar”.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), no Brasil acontecem 32 suicídios por dia. No mundo, a estimativa é que a cada 40 minutos uma pessoa tire a própria vida. Na faixa etária entre 15 e 29 anos, o suicídio é a segunda maior causa de morte, perdendo apenas para a violência.

Os distúrbios mentais são responsáveis por 90% dos casos de suicídios. Ansiedade, depressão, bipolaridade, uso de drogas, demência, entre outros transtornos, podem afetar qualquer pessoa em alguma época da vida causando muito sofrimento. Estar em uma dessas condições, muitas vezes, é sinônimo de hostilidade e falta de apoio, contribuindo para um quadro de isolamento e infelicidade.

“Quem se suicida, na realidade quer se livrar da dor e do sofrimento daquele momento. Entender que é preciso buscar ajuda é fundamental para evitar o pior, por isso o apoio da família ou de quem está por perto faz toda a diferença”, alerta a psicóloga ao explicar que qualquer mudança de comportamento serve de alerta.

O Setembro Amarelo foi criado no Brasil em 2015, pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). A cor amarela, segundo os organizadores do movimento, representa a luz e o sol, simbolismo que reflete a proposta da campanha de preservar a vida.


Postado em 19 de Julho de 2019 às 09h36

Servioeste palestra em evento sobre prevenção de acidentes no trabalho

Saúde (26)

Ação de conscientização foi realizada em Barra do Pirai /RJ

A Servioeste participou, na quinta-feira, 18, da 1ª Semana Interna de Prevenção de Acidentes, do hospital da Unimed, em Barra do Pirai /RJ. O consultor comercial da empresa, Anderson Ferreira Oliveira, falou sobre como deve ser a separação dos resíduos de saúde no processo de descarte correto. Os resíduos de saúde são classificados de acordo com suas características e potenciais riscos. Cada grupo tem um acondicionamento específico para facilitar a manipulação e prevenir acidentes com as pessoas que trabalham nos processos de descarte, armazenamento, coleta, transporte, tratamento e destinação final dos resíduos. Participaram da palestra 25 colaboradores do hospital entre enfermeiros, auxiliares de serviços gerais, técnicos em segurança do trabalho e funcionários do setor de abastecimento.

O Grupo Servioeste é referência no trabalho de coleta, transporte, tratamento e destinação final de resíduos de serviços de saúde, atuando em cerca de duas mil cidades do país. Anderson explica que o trabalho de orientação aos clientes da empresa é constante e necessário.

“O processo de gerenciamento dos resíduos depende de um conjunto de procedimentos que vai desde a geração até o descarte final. Por isso, as pessoas envolvidas precisam conhecer suas obrigações e saber a importância que elas têm no processo. Treinamentos, palestras e assessoria fazem parte dos serviços prestados pela Servioeste aos seus mais de 16 mil clientes em todo o Brasil”.


Postado em 03 de Julho de 2019 às 14h58

Servioeste treina funcionários de hospital para a separação de resíduos

Saúde (26)

A separação correta, o acondicionamento e a identificação dos resíduos de serviços de saúde (RSS) tem impacto direto no trabalho prestado pela Servioeste, empresa especializada na coleta, transporte, tratamento e destinação final deste tipo de resíduos em todo o Sul e Sudeste do país. Para orientar e manter a excelência no processo, a empresa realiza treinamentos e presta assessoria técnica e ambiental para empresas geradoras e seus colaboradores.

Em Xaxim/SC, 20 funcionários do Hospital Frei Bruno receberam na terça-feira, 2, capacitação sobre normas e procedimentos para a separação de acordo com a classificação, acondicionamento e identificação de resíduos hospitalares.

“É importante para quem faz o descarte reconhecer os resíduos de acordo com a classificação e saber qual deve ser o encaminhamento destes resíduos, por isso a necessidade dos treinamentos”, explica a engenheira ambiental do Grupo Servioeste, Caroline Beutler.

Atualmente, a Servioeste atende mais de 16 mil geradores de resíduos em suas 10 unidades: Maringá e Cascavel, no Paraná; Canoas, no Rio Grande do Sul; Queimados, Barra do Piraí, Campos dos Goytacazes e Aeroporto Galeão no Rio de Janeiro; Patos de Minas, em Minas Gerais; e Chapecó e Pescaria Brava, em Santa Catarina. A empresa atua no mercado desde 1999. 


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