Postado em 18 de Abril às 15h19

Cuidados ao descartar agulhas e resíduos perfurocortantes

Saúde (13)

Assim como os demais resíduos de saúde, os que apresentam riscos de cortes e perfurações devem ser acondicionados corretamente para evitar contaminação.

Não é incomum encontrar objetos perigosos, como seringas com agulhas, descartados de maneira incorreta, em sacos plásticos e sem a devida identificação. Prática que pode acarretar em danos para a saúde dos seres humanos que precisam manusear esses resíduos. “O conhecimento das práticas de gerenciamento de resíduos de serviços de saúde (RSS) – em função das características e classes de riscos – contribui para a correta segregação, classificação, identificação e acondicionamento dos resíduos, minimizando, desta forma, a incidência de acidentes e riscos de contaminação ambiental. A separação incorreta de objetos perfurocortantes, por exemplo, pode gerar risco para todos os colaboradores envolvidos com o material, que podem se cortar e contaminar durante seu manuseio”, explica a engenheira ambiental do Grupo Servioeste, Caroline Ludwig.

Os resíduos perfurocortantes são todos os objetos e instrumentos que possam furar ou cortar, como lâminas de bisturis, agulhas, ampolas de vidro e utensílios de vidro quebrados. Esses resíduos devem ser armazenados em coletor específico para perfurocortantes devidamente identificado.

Os RSS são classificados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e cada grupo deve ser segregado, acondicionado e tratado de maneiras diferentes, conforme os riscos que apresentam.

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De acordo com um estudo feito pelo Hospital Albert Einstein, o maior risco ambiental a partir dos resíduos hospitalares é representado pelo chamado lixo infectante. Caracteriza-se pela presença de agentes biológicos como sangue e derivados, secreções e excreções humanas, tecidos, partes de órgãos, peças anatômicas; além de resíduos de laboratórios de análises e de microbiologia, de áreas de isolamento, de terapias intensivas, de unidades de internação, assim como materiais perfurocortantes.

O descarte inadequado de resíduos de saúde (contaminados, portanto nocivos), além de ser um risco à saúde humana e ao meio ambiente, acarreta em crime ambiental. Cada resíduo precisa ter sua separação, recolhimento e tratamento correto, evitando desperdícios de recursos financeiros e ambientais.

A Anvisa estabeleceu regras nacionais sobre o gerenciamento do resíduo de saúde gerado – da origem ao destino. Estas regras atingem hospitais, clínicas, consultórios, laboratórios, necrotérios e outros estabelecimentos de saúde.

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