Postado em 18 de Setembro às 15h39

Gestão de resíduos de saúde é tema abordado em sala de aula

Projetos e Ações (4)

O crescimento ordenado das cidades passa pelo conceito de sustentabilidade. A geração de resíduos é uma das consequências da urbanização e um grande desafio público. Especialistas em planejamento urbano precisam entender sobre legislação ambiental e a forma correta de manejo dos resíduos, como parte importante do processo de execução de projetos.

O tema foi pauta nesta semana de palestra realizada pela Servioeste para 21 alunos da sexta fase do curso de Arquitetura e Urbanismo, da Unoesc Chapecó/SC. O encontro sobre gestão de resíduos de saúde integrou a grade de atividades da disciplina de Tecnologia do Urbanismo.

A palestra de duas horas proferida pela engenheira ambiental, Caroline Beutler, abordou a necessidade de os futuros profissionais integrarem o gerenciamento de resíduos de saúde aos projetos arquitetônicos.

“Os estudantes não são profissionais da área da saúde, mas precisam estar atentos na hora de projetar. Se eles desenvolverem algo para uma clínica, por exemplo, enquanto arquitetos precisam entender o que prevê a legislação ambiental e projetar algo com espaço específico para armazenar os resíduos daquele estabelecimento”.
 


Postado em 16 de Setembro às 15h21

Servioeste oferece destruição segura de documentos sigilosos

Serviço garante segurança das informações e destinação correta dos resíduos

Mesmo com a praticidade que a tecnologia proporciona, toda empresa ainda arquiva documentos importantes em papel. Considerados sigilosos, são contratos, laudos, notas fiscais, duplicatas, prontuários e obrigações trabalhistas de pessoas físicas ou jurídicas. Para evitar riscos desnecessários, o Código Tributário Nacional prevê que este tipo de documento seja arquivado por até cinco anos.

Passado o prazo exigido para o arquivamento, eles deixam de ser úteis e a manutenção torna-se desnecessária, gerando gastos e ocupando espaços que poderiam ser melhor aproveitados. Mesmo que não tenham mais serventia, os documentos têm conteúdos valiosos e são uma vasta fonte de informação

Para evitar o vazamento de dados não é aconselhável simplesmente rasgar os documentos ou jogá-los no lixo comum. O descarte precisa ser feito de forma que assegure a eliminação total das informações. O serviço de destruição segura de documentos é realizado através da incineração ecológica e garante melhor eficiência no processo.

Referência na coleta, transporte, tratamento e destinação final de resíduos, a Servioeste oferece o serviço de destruição segura de documentos. O gerente comercial da empresa, Gutemberg Vieira, explica que assim que a coleta é realizada, a documentação é 100% incinerada e ao final do processo, um laudo é emitido atestando a destruição e a destinação correta.

“Os dados significam a identidade da empresa ou da pessoa, por isso é tão importante ter atenção na hora de se desfazer de documentos sigilosos ou mesmo que prescreveram. Hoje nossos clientes neste ramo são hospitais, bancos, contadores, advogados, transportadoras e até redes de supermercados. A gestão documental é uma solução inteligente, eficaz e necessária”.

Com 20 anos de história, dez centrais de tratamento de resíduos, a Servioeste atua em sete estados do Sul e Sudeste do Brasil e conta com mais de 400 colaboradores.


Postado em 09 de Setembro às 11h47

Estados avançam na implantação do sistema de emissão online do MTR

Projetos e Ações (4)

Em Minas Gerais, Manifesto de Transporte de Resíduos digital será obrigatório a partir de outubro

Uma das etapas do gerenciamento de resíduos é o controle do transporte até a empresa que realiza o tratamento e a destinação final, que acontece por meio da emissão do Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR). O documento é obrigatório como forma de coibir o transporte de cargas perigosas, minimizando os riscos ao meio ambiente e à saúde pública. O MTR contém a descrição dos resíduos transportados e os dados do gerador e da empresa contratada para realizar o transporte e a destinação final.

O gerador precisa preencher o documento, identificando a classe e o peso do resíduo, a empresa que faz o transporte, o tipo de tratamento realizado e como é feita a destinação final. Este documento precisa acompanhar a carga durante todo o trajeto entre o gerador e o local de tratamento e descarte.

Depois do processamento do resíduo, a empresa responsável tem 60 dias para emitir o Certificado de Destinação Final, no nome do gerador, atestando o tratamento e a destinação, e atendendo às normas ambientais de cada estado brasileiro.

Como forma de melhorar o controle de segurança do manejo dos resíduos sólidos, a emissão do MTR já é online nos estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. No próximo mês, Minas Gerais também iniciará a emissão do documento de forma digital. A plataforma é disponibilizada pelo órgão ambiental regulador de cada estado, no caso mineiro, pela Fundação Estadual do Meio Ambiente (FEAM).

A engenheira ambiental da Servioeste, Caroline Beutler, explica que a emissão online do MTR é uma necessidade.

“O processo iniciou em Santa Catarina, em 2016, foi avançando para outros Estados e deve continuar. A emissão digital facilita a visualização dos dados que ficam armazenados no sistema e a perda dessas informações é praticamente inexistente”.

Servioeste

Há 20 anos no mercado, a Servioeste, referência nos serviços de coleta, transporte, tratamento e disposição final de resíduos de saúde, disponibiliza laudos técnicos e documentos aos clientes, de forma prática no site da empresa. Dispõe também, de uma equipe técnica para auxiliar na emissão do MTR.


Postado em 03 de Setembro às 14h50

Ação da Servioeste apoia movimento de prevenção do suicídio e doenças mentais

Saúde (22)

Figuras que representam a dor de quem vive um momento difícil e frases de apoio como “não tenha vergonha de procurar ajuda profissional” foram espalhadas pelos murais e salas da empresa matriz da Servioeste, em Chapecó/SC, como forma de chamar a atenção dos colaboradores sobre um problema muito sério no mundo: o suicídio. A ação, que alerta sobre a necessidade de cuidar da mente, é do setor de Recursos Humanos da empresa, em adesão ao movimento nacional Setembro Amarelo.

A psicóloga da Servioeste, Gabriela Costa, explica que o suicídio ainda é considerado um tabu na sociedade e, por isso, é tão importante falar sobre o assunto.

“Temos que perder o medo de dialogar. Espalhar lembretes pela empresa, com frases padrões da campanha, faz as pessoas refletirem sobre algo que está muito perto de nós. A saúde mental também deve ser uma preocupação, porque tem formas de prevenir e tratar”.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), no Brasil acontecem 32 suicídios por dia. No mundo, a estimativa é que a cada 40 minutos uma pessoa tire a própria vida. Na faixa etária entre 15 e 29 anos, o suicídio é a segunda maior causa de morte, perdendo apenas para a violência.

Os distúrbios mentais são responsáveis por 90% dos casos de suicídios. Ansiedade, depressão, bipolaridade, uso de drogas, demência, entre outros transtornos, podem afetar qualquer pessoa em alguma época da vida causando muito sofrimento. Estar em uma dessas condições, muitas vezes, é sinônimo de hostilidade e falta de apoio, contribuindo para um quadro de isolamento e infelicidade.

“Quem se suicida, na realidade quer se livrar da dor e do sofrimento daquele momento. Entender que é preciso buscar ajuda é fundamental para evitar o pior, por isso o apoio da família ou de quem está por perto faz toda a diferença”, alerta a psicóloga ao explicar que qualquer mudança de comportamento serve de alerta.

O Setembro Amarelo foi criado no Brasil em 2015, pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). A cor amarela, segundo os organizadores do movimento, representa a luz e o sol, simbolismo que reflete a proposta da campanha de preservar a vida.


Postado em 26 de Agosto às 08h25

Resíduos em aeroportos exigem tratamento especial

Sustentabilidade (25)

Servioeste é a empresa responsável pela operação da Central de Resíduos Infectantes do RIOgaleão – Aeroporto Internacional Tom Jobim e pela coleta de cerca de 300 toneladas de resíduos comuns por mês

Você já parou para pensar qual é o destino daquele copo de café que toma enquanto espera seu voo? Ou então, da embalagem do lanche que consumiu dentro do avião? O que parece ser óbvio é algo que envolve um processo bastante complexo. Por uma questão de saúde pública, todo resíduo produzido em aeroportos, inclusive a bordo de aeronaves, exige cuidados sanitários específicos e destinação correta.

O aeroporto é um local onde circulam milhares de pessoas e, consequentemente, a produção de resíduos é alta. No RIOgaleão – Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro/RJ, um dos maiores do Brasil, são coletadas, em média, 800 toneladas de resíduos por mês. Para dar conta de toda essa demanda, a Servioeste realiza a coleta dos resíduos comuns, em média, três vezes por dia, sendo ainda responsável pela operação da Central de Resíduos Infectantes, que funciona 24 horas por dia dentro do aeroporto.

Uma das preocupações dos órgãos ambientais é com os resíduos considerados infectantes gerados em aeronaves internacionais. Para evitar uma possível transmissão de doença trazida de outro país, os resíduos precisam ser tratados e, só depois, encaminhados para o aterro sanitário, local para onde vão também os resíduos não recicláveis gerados no aeroporto. O aterro obrigatoriamente precisa ficar há mais de 20 quilômetros de distância para não atrair aves que representem risco para pousos e decolagens.

Para tornar mais eficiente o processo de descarte de resíduos no RIOgaleão, centenas de pontos de coleta seletiva estão distribuídos em todas as áreas do aeroporto. Além de desenvolver melhor consciência ambiental aos 16 milhões de passageiros que circulam por ano pelo local, a coleta seletiva também contribui para o processo de reciclagem. Atualmente, 40% das 300 toneladas de resíduos coletados pela Servioeste por mês, são reaproveitados por cooperativas de reciclagem.

O gerente operacional da Central de Resíduos da Servioeste no RIOgaleão, Anderson Pereira Lira, explica que todas as demandas são atendidas com excelência por um grupo de 27 colaboradores altamente qualificados para o trabalho.

“Nós temos uma central específica para o tratamento de resíduos infectantes. Também temos o cuidado de manter a frequência na coleta e em transportar separadamente os resíduos para os devidos destinos, conforme sua classificação. É um grande desafio diário que realizamos com muito zelo, atendendo todas as especificações sanitárias”.

A Servioeste, que está no mercado há 20 anos e atualmente atende cerca de 16 mil clientes em todo o país, está há três anos atuando no gerenciamento dos resíduos no RIOgaleão. 




 


Postado em 12 de Agosto às 10h29

Servioeste apoia projeto de descarte solidário no Rio de Janeiro

Sustentabilidade (25)

Durante todo o último sábado, 10, a Servioeste participou do projeto Descarte Solidário de Eletroeletrônicos na Vila Santa Cecília, centro comercial de Volta Redonda/RJ, desenvolvido pela Prefeitura, em ação conjunta com o Rotary Club e o comércio local. Foram arrecadadas duas toneladas de resíduos, cuja renda com a venda será destina para a Associação dos Pais e Amigos dos Deficientes Físicos (APADEFI).

A Servioeste é parceira em eventos cuja finalidade é desenvolver a consciência social sobre sustentabilidade. Pelo menos duas vezes por ano, a empresa também realiza eventos públicos para coleta de medicamentos vencidos no estado carioca. No fim de semana, a ação de coleta de resíduos eletroeletrônicos fez parte de uma série de atividades realizadas para estimular as compras na véspera do dia dos pais.

Para o assessor comercial da unidade da Servioeste de Volta Redonda, Anderson de Oliveira, é preciso aproveitar as oportunidades para orientar as pessoas.

“Nossa intenção é sempre contribuir para a educação sustentável. Até o fim do ano devemos intensificar as ações sociais no Rio de Janeiro para levar conhecimento e alternativas de descarte correto de resíduos”.


Postado em 05 de Agosto às 08h55

Dia nacional da saúde destaca a importância do destino correto dos resíduos de saúde

Meio Ambiente (60)Projetos e Ações (4)

Você sabe qual a importância de dar o destino correto dos resíduos de saúde (RSS)? Hoje, 5 de agosto, é o dia nacional da saúde, que serve para promover a conscientização sobre o bem-estar social, incluindo as práticas sustentáveis.

Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (ABRELPE), são produzidas por ano no Brasil, cerca de 260 mil toneladas de RSS, uma média de 1,2kg/ano por pessoa. Se toda essa produção fosse destinada para aterros comuns, causaria danos graves ao meio ambiente. Ainda segundo a Associação, 27% dos municípios brasileiros seguem destinando seus resíduos de saúde sem declarar o tratamento prévio.

Os resíduos de saúde não são gerados apenas por hospitais, mas também clínicas médicas e veterinárias, necrotérios, instituições de ensino e pesquisa, estúdios de tatuagens, salões de beleza e os próprios consumidores. Estes resíduos precisam ser tratados e destinados adequadamente já que podem causar riscos à saúde pública e ao meio ambiente.

O processo de destinação inicia com a elaboração de um plano de gerenciamento de resíduos que aponta o ramo de atividade, que tipo de resíduos produz e como serão as etapas do manejo desde a geração até a destinação final. O plano é obrigatório e deve estar de acordo com as exigências dos órgãos competentes.

Cada resíduo gerado precisa ser separado e acondicionado em embalagens correspondentes ao seu grupo de classificação: infectantes, químicos, radioativos, comuns e perfurocortantes. O armazenamento dever ser em local adequado, para que em seguida, aconteça a coleta e o transporte até a destinação final.

O consumidor que compra remédio na farmácia ou retira na unidade de saúde, no caso de sobra ou de vencimento de medicamento, deve retornar aos postos de saúde ou instituições que fazem a logística reversa. Desde 2018 a Servioeste atua no projeto de logística reversa de medicamento com distribuição de ecopontos para coleta.

Servioeste

A Servioeste, que atua no mercado há 20 anos, é especialista em coleta, transporte, tratamento e destinação final de resíduos de saúde. A empresa atende mais de 16 mil clientes espalhados por cerca de duas mil cidades do Brasil.

Assim que chegam à central de tratamento, os resíduos de saúde são encaminhados para o tratamento que acontece de acordo com sua classificação, sendo realizado através dos processos de autoclavagem ou incineração. Com o tratamento o risco associado ao resíduo é eliminado e ele passa a ser considerado resíduo não perigoso.

A analista de processos ambientais da Servioeste, Letícia Sussai Manzano explica que o descarte de resíduos de saúde precisa ser feito de maneira correta para evitar riscos à população e ao meio ambiente.

“Esses materiais RSS são capazes de provocar doenças, além de contaminar à água e o solo, causando infecções diversas e vários danos a saúde. Por isso é tão importante conscientizar a população sobre as proporções desses perigos, quanto ao seu risco físico, químico e biológico para que seja feito o descarte de maneira correta e adequada”.

Além da coleta, transporte, tratamento e destinação final de resíduos de saúde, a Servioeste também realiza a gestão de resíduos aeroportuários, logística reversa de medicamentos, licenciamentos, projetos e assessorias ambientais.

Dia Nacional da Saúde

O dia nacional da saúde foi instituído com a intenção de promover a conscientização sobre a importância dos cuidados com o corpo. A data foi escolhida em homenagem ao dia de aniversário do sanitarista Oswaldo Cruz, que fez importantes contribuições para o combate e erradicação das epidemias da peste, febre amarela e varíola no Brasil. Ele foi responsável pela criação da Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz e da Academia Brasileira de Ciências.