Postado em 30 de Julho às 14h38

Gerenciamento de resíduos

Negócios (18)Meio Ambiente (75)

Revisar normativas e resoluções contribui para a redução de custos

Gerenciar resíduos de serviços de saúde (RSS) envolve um conjunto de procedimentos devidamente planejados com base em diretrizes, resoluções e normativas técnicas. A implementação das ações de manejo dos resíduos objetiva minimizar custos, mitigar impactos ambientais, proteger trabalhadores, preservar a saúde pública e os recursos naturais.

Danielly Negrão, Doutora em Enfermagem com ênfase em gestão de resíduos de serviços de saúde, afirma que a eficiência na gestão dos RSS exige dos profissionais da saúde um posicionamento de consumo consciente para diminuir a quantidade de resíduos gerados e evitar desperdícios. O descarte correto nas lixeiras específicas para cada grupo evita a contaminação dos demais resíduos, a consequente elevação dos custos e a exposição dos trabalhadores a riscos ocupacionais. "Conhecer a composição dos RSS, as características do perfil de geração, os locais que mais geram resíduos, os horários de pico são ações estratégicas para o bom gerenciamento”, conclui professora Danielly.

A boa gestão começa pela revisão periódica do Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS). Doutora Renata Orofino, coordenadora médica da Comissão de Controle de Infecção do Hospital de Campanha da Prefeitura do Rio de Janeiro, no Riocentro, reforça que o Plano reduz a produção do resíduo, os custos com o descarte e os riscos de acidentes de trabalho, principalmente com perfurocortantes.”

A Servioeste oferece capacitações para empresas levando em conta a legislação e alternativas para minimização de custos, impactos ao meio ambiente e segurança no manejo dos resíduos. Dalila Gonçalves, Engenheira Ambiental e Sanitarista do Grupo Servioeste, observa que o treinamento é uma etapa muito importante dentro de uma empresa, pois permite que o colaborador compreenda todo o processo de gestão de resíduos: segregação, acondicionamento, identificação, armazenamento, coleta interna e externa, transporte, processos básicos de tratamento dos resíduos como autoclavagem, incineração e disposição final.

Todas essas etapas requerem treinamento, planejamento, monitoramento, avaliação, registros contínuos. Solicite seu orçamento.


Postado em 28 de Julho às 11h00

Covid-19: Resíduos domiciliares

Saúde (30)

O que fazer em caso de quarentena obrigatória

Os resíduos produzidos por pacientes em isolamento domiciliar com suspeita ou confirmação de infecção pelo novo coronavírus precisam ser separados e descartados corretamente para evitar a disseminação da doença.

O isolamento de pessoas suspeitas de infecção por covid-19 se faz necessário porque as partículas virais liberadas junto à saliva podem permanecer flutuando no ar por cerca de 40 minutos e até 2h30min, informa a Fiocruz.

Além disso, o vírus permanece vivo durante horas ou dias, dependendo da superfície em que se deposita: até 72 horas em plásticos e aço inoxidável, 48 horas em vidros, 24 horas em papelão, madeira e tecido, detalha a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Regra Federal: nada pode ser reciclado

Os órgãos sanitários federais determinam que todos os resíduos gerados nas residências de pessoas em quarentena obrigatória (com suspeita ou confirmação de covid-19) sejam acondicionados em dois sacos plásticos resistentes, devidamente lacrados e apresentados para coleta regular de limpeza urbana (resíduos comuns).

A regra vale para todos os resíduos produzidos no local - sobras de alimentos, guardanapos, papel higiênico, embalagens plásticas, vidros, luvas, máscaras e outros. Nada pode ser reciclado.

“Todo paciente em isolamento domiciliar deve ter um serviço de saúde que o acompanhe (SUS ou Medicina Suplementar) e se possível essa equipe deve recolher esses resíduos. Caso o município não tenha essa rede estruturada, o paciente deve acondicionar os resíduos gerados em dois sacos plásticos, identifica-los como covid-19 e descartá-los como rejeito. Se morar em prédio ou condomínio deverá informar ao síndico e ou administração”, ressalta Doutora Danielly Negrão, especialista em gestão de resíduos de saúde.

Orientações

• Não separe o lixo doméstico;
• Todos os resíduos gerados na residência devem ser descartados como lixo comum;
• Use dois sacos plásticos resistentes (um dentro do outro) para descartar seus resíduos e certifique de que ambos estão devidamente fechados;
• Apresente os sacos para coleta nos dias e horários determinados em sua localidade;
• Animais de estimação não devem ter contatos com os materiais descartados
.


Em caso de dúvidas, consulte a vigilância sanitária local ou o órgão de limpeza pública do seu município.


Postado em 22 de Julho às 10h27

Novo acesso ao MTR IMA/SC

Negócios (18)

Atenção usuários: Novo endereço de acesso ao sistema de MTR do IMA/SC.

Agora para emissão de MTR do estado de Santa Catarina, os usuários devem acessar o site: mtr.ima.sc.gov.br ou clique na imagem que será direcionado automaticamente.

o link antigo: mtr.fatma.sc.gov.br já foi desativado.

Em caso de dúvidas, entre em contato com a Servioeste, através do nosso chat online, whatsapp: (49) 99817-8639 ou clique aqui.


Postado em 17 de Julho às 10h31

Covid-19

Saúde (30)

Nesse momento de pandemia, a gestão de resíduos hospitalares é ainda mais importante, pois o descarte correto e tratamento adequado destes resíduos ajuda no controle da infecção.
Veja matéria veiculada no Jornal do Almoço da RBS Rio Grande do Sul sobre a importância desse serviço, que há 21 anos é realizado pelo Grupo Servioeste.


Postado em 08 de Julho às 11h21

Gestão de resíduos covid-19

Saúde (30)

Todos os resíduos provenientes de pacientes da covid-19 são considerados infectantes

Em março, no início da pandemia de covid-19, a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) estimava crescimento de 10 a 20 vezes no volume de resíduos hospitalares. Porém, balanço divulgado pela associação em abril apontou redução média de 17% na primeira quinzena de abril

Se por um lado, houve crescimento das taxas de ocupação dos leitos hospitalares, por outro, ocorreu decréscimo no número de procedimentos eletivos realizados em hospitais. 

Anderson Oliveira, administrador hospitalar, Mestre em Ciências da Saúde e Meio Ambiente e assessor comercial da Servioeste, calculava o declínio na geração de resíduos de saúde (RSS) na ordem de 30%, em face ao cancelamento de cirurgias eletivas. "Esse percentual só não aconteceu porque as unidades de saúde que tratam pacientes portadores do covid-19 devem descartar resíduos comuns e extraordinários como resíduos infectantes, devido ao elevado potencial de infecção deste vírus.”

Caroline Beutler, engenheira ambiental e sanitarista, entende que há uma variação da produção de resíduos de serviços de saúde a depender do nível em que cada região se encontra dentro da pandemia. “Apesar dos procedimentos e cirurgias eletivas terem diminuído, estima-se que a frequência de troca dos equipamentos de proteção individual (EPIs) tenha aumentado, assim como as taxas de ocupação hospitalar”, ressalta. 

Números

Danielly Negrão, Doutora em Enfermagem com ênfase em gestão de resíduos de serviços de saúde e professora da Universidade Estadual de Londrina (UEL), comenta que a taxa de geração de resíduos de serviços de saúde (RSS) por leito hospitalar é, em média, 1,5 quilos/paciente/dia, no caso de paciente de média complexidade. Já paciente de UTI em situações habituais gera 2,2 quilos de resíduos ao dia. Uma cirurgia de duas horas, produz, em média, 3,7 quilos de resíduos.

A Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB) informa que o tempo médio de permanência de um paciente em UTI num hospital público gira em torno de seis dias. Pacientes graves infectados pelo novo coronavírus ficam entre 14 e 21 dias na UTI. O atendimento a um paciente covid-19 internado por duas semanas em UTI, produz cerca de 30 quilos de resíduos que precisam passar por tratamento adequado antes da disposição final em aterro sanitário licenciado.

Como a taxa de ocupação média atual dos leitos do Sistema Único de Saúde (SUS) está em torno de 95% (15,2 mil, segundo dados da AMIB), a geração de resíduos de saúde ao dia equivale a 33,4 toneladas. Estes números representam só o atendimento a pacientes de UTI em todo o Brasil, sem contabilizar as internações em enfermarias.

Impactos

O aumento na produção de resíduos pode gerar impactos significativos para hospitais com altas taxas de ocupação de leitos, além de interferências na cadeia de gerenciamento seguro desses resíduos, afirma doutora Danielly. “A composição da massa residual mudou muito. Isso é impactante. O aumento da massa residual não será proporcional em todos os grupos de resíduos classificados pela Anvisa. O aumento maior será nas classes dos resíduos infectantes e químicos, havendo diminuição dos reciclados, já que todos os resíduos provenientes de pacientes da covid-19 devem ser considerados infectantes. Não se pode reciclar nada. A diminuição identificada pela Abrelpe era prevista do ponto de vista prático, porque houve uma mudança da demanda e direcionamento de fluxos de atendimento. Os hospitais terciários (hospitais maiores com leitos de UTI) estão mais vazios, mas com pacientes mais graves e com leitos bloqueados pelo isolamento. Além disso, todas as cirurgias eletivas foram canceladas”, relata Danielly Negrão.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomenda que os resíduos provenientes da assistência a pacientes suspeitos ou confirmados de infecção pelo covid-19, sejam enquadrados na categoria A1, conforme Anvisa, RDC 222/2018. Isso porque o Ministério da Saúde classificou o novo coronavírus como agente biológico de alto risco individual e moderado risco para a comunidade. Desta forma, os resíduos provenientes da assistência a pacientes da covid-19 devem ter destinação adequada. A segregação (separação) incorreta destes resíduos pode expor a comunidade a riscos e gerar impactos negativos ao meio ambiente.

Controle de infecção

O cenário atual de pandemia demanda cuidados especiais em todos as etapas do ciclo de gestão dos resíduos de saúde. Os profissionais dos serviços geradores de resíduos de saúde são responsáveis pela etapa de segregação, conforme normativa da Anvisa, e devem passar por treinamentos sobre as formas de segregação, acondicionamento, além de seguir prerrogativas de segurança ocupacional e ambiental.

Trabalhadores externos aos hospitais, funcionários que lidam diretamente com esses resíduos, devem ser capacitados e orientados: “Caso verifiquem algo fora da norma, devem separar a embalagem em algum contentor, informar a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar ou o setor responsável, para regularizar o acondicionamento antes da coleta”, afirma Philipe Pires Pereira Reis, Mestre em Engenharia Química e responsável técnico do Grupo Servioeste, unidade Queimados (RJ).

Danielly Negrão afirma que a eficiência na gestão dos RSS exige dos profissionais da saúde um posicionamento de consumo consciente para diminuir a quantidade de resíduos gerados e evitar desperdícios. O descarte correto nas lixeiras específicas para cada grupo evita a contaminação dos demais resíduos, a consequente elevação dos custos e a exposição dos trabalhadores a riscos ocupacionais, como acidentes com perfurocortante. "Conhecer a composição dos RSS, as características do perfil de geração, os locais que mais geram resíduos, os horários de pico são ações estratégicas para o bom gerenciamento”, conclui professora Danielly.

Para que a gestão funcione de forma eficaz, todos os serviços de saúde devem manter o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) atualizado, descrevendo todas as ações relativas ao gerenciamento dos resíduos de saúde.

Doutora Renata Orofino, coordenadora médica da Comissão de Controle de Infecção do Hospital de Campanha da Prefeitura do Rio de Janeiro, no Riocentro, ressalta as regras da Anvisa: “É fundamental que todo hospital tenha um Plano de Gerenciamento de Resíduos (PGRSS) dividido em duas etapas: interna e externa. Na primeira, são mapeados todos os processos que ocorrem dentro da instituição, já na segunda, as etapas que ocorrem fora do hospital. O plano reduz a produção do resíduo, os custos com o descarte e reduz o risco de acidentes de trabalho, principalmente, os perfurocortantes.”

Além do Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS), hospitais são obrigados a contar com uma Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), e capacitar todos os envolvidos nos processos de gestão de resíduos.

Neste momento de pandemia, para além do trabalho de todos os profissionais da saúde, os serviços de coleta, transporte e tratamento de resíduos de saúde são fundamentais para mitigar a transmissão do coronavírus, reduzir os impactos ao meio ambiente e preservar a saúde coletiva.


Postado em 03 de Julho às 16h44

Grupo Servioeste viabiliza drive-thru de testes para Covid-19 em Chapecó

Projetos e Ações (15)

A ação tem cunho social e visa oferecer à população acesso ao exame

Parceria entre Grupo Servioeste, Laboratório Ridiger, Clínica Popular ACM, Vida Emergência Médica e Postos Nota 10, viabiliza a realização de testes rápidos para Covid-19, neste sábado, 04/06, das 8h às 18h, no Posto Nota 10 da rua Fernando Machado, esquina com a São João.

O teste rápido ajuda a esclarecer dúvidas de pessoas com sintomas ou que tiveram contato com alguém positivado.

Segundo a Anvisa, o uso dos testes pode ajudar a entender melhor como a resposta imune contra o vírus Sars-CoV-2 se desenvolve em pacientes ao longo do tempo. “Os testes rápidos para o novo coronavírus são dispositivos de uso profissional, manuais, de fácil execução”, ressalta a Anvisa.

Como é feito o teste

O exame se dá pelo sangue coletado da ponta do dedo. A amostra é submetida à análise e visa identificar se o paciente possui anticorpos produzidos pelo organismo depois de infectado pelo Covid-19. As coletas e análises serão feitas por técnicos do Laboratório Ridiger e parceiros e o laudo estará disponível ao paciente em 15 minutos. 

Em caso positivo, o teste indica se a pessoa se contaminou há dois ou três dias ou se a contaminação ocorreu há 15, 20 dias ou mais. “O bioquímico tem como interpretar se o paciente está contaminado, se tem defesas (anticorpos) e quando ocorreu a contaminação”, afirma Ridiger Clauss, bioquímico responsável pelo Laboratório Ridiger. Nestes casos, a orientação é procurar os serviços de epidemiologia do município.

O laboratório precisa informar aos órgãos de saúde no caso de resultado positivo via plataforma e-SUS, ao Ministério da Saúde e à Vigilância Epidemiológica municipal.

Os kits diagnósticos Covid-19 são da Wama Diagnóstica, tem acima de 93% de sensibilidade e 97% de especificidade – muito próximos ao exame molecular.

Não necessita agendamento e o paciente deve permanecer no interior do veículo.

Data da ação: Sábado, 04/07/20, das 8h às 18h
Local: Posto Nota 10, rua Fernando Machado, esquina com a rua São João.


Postado em 26 de Junho às 10h59

Saneamento Básico

Meio Ambiente (75)

Senado Federal aprova PL que atualiza o marco regulatório do saneamento básico

Doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado foram responsáveis por foram 346,5 mil internações hospitalares em 2016, conforme dados do IBGE. De acordo com levantamento realizado pelo Ministério da Saúde a pedido da Folha de São Paulo, entre 2014 e 2019, os gastos ligados a essas doenças representaram mais de 1 bilhão de reais para os cofres públicos.

O descarte irregular de esgoto sanitário é o tipo mais capilarizado de poluição hídrica, afirma João Pedro Pinheiro Vieira, mestre em Perícias Criminais Ambientais e perito criminal do Instituto Geral de Perícias de Santa Catarina. Esgoto sanitário não tratado causa impactos à saúde, ao meio ambiente e aos cofres públicos. Segundo a Unicef 2,4 bilhões de pessoas no mundo vivem sem saneamento adequado.

Dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) – ano base 2018, analisados pelo Instituto Trata Brasil informam: quase 35 milhões de brasileiros não têm acesso ao abastecimento de água (16,38%); 100 milhões de brasileiros não têm acesso ao tratamento de esgoto; apenas 46% de todo o volume de esgoto recebe destinação final correta. Em 2018, foram mais de 2 milhões de piscinas olímpicas de esgoto despejadas de forma indevida na natureza.

Marco regulatório do saneamento básico

No último dia 25 de junho, o Senado Federal aprovou o Projeto de Lei 4.162/2019 que atualiza o marco regulatório do saneamento básico brasileiro. A pauta era considerada prioritária devido ao agravamento da crise provocada pela pandemia de Covid-19. Cabe ao Presidente Jair Bolsonaro sancionar ou não o Projeto que estende para 2021 os prazos para que capitais e regiões metropolitanas eliminem os lixões a céu aberto. Pequenos municípios têm prazo até 2024. O custo estimado para universalização dos serviços em 12 anos é de 700 milhões de reais, afirma o relator Tasso Jereissati (PSDB- CE). É notório que investimentos em água, tratamento de esgoto, efluentes e resíduos geram economias em saúde, melhoram as condições de vida e empoderam o cidadão.

Segundo a Agência Senado o marco “facilita a privatização de estatais do setor e extingue o modelo atual de contrato entre municípios e empresas estaduais de água e esgoto. O novo marco transforma os contratos em vigor em concessões com a empresa privada que vier a assumir a estatal. O texto também torna obrigatória a abertura de licitação, envolvendo empresas públicas e privadas”.

Para alguns senadores, como Rogério Carvalho (PT-SE) e Weverton (PDT-MA), o tema deveria ser melhor debatido. Agência Senado destaca a preocupação de Weverton sobre as disparidades regionais no oferecimento e acesso aos serviços: “Sabemos que, infelizmente quanto às cidades pequenas, principalmente do Norte e do Nordeste, esses investimentos não vão chegar, como foi aqui falado. É um projeto que vai beneficiar os grandes centros, claro, onde as grandes empresas têm interesse de investir, mas no entorno nós vamos continuar ainda à margem”.

O desafio é resolver a inadmissível existência de lixões a céu aberto e garantir o acesso à água potável a 99% da população e rede de esgoto a 90% dos brasileiros até 2033.

O novo marco promete fortalecer a Agência Nacional de Águas (ANA) na regulação dos serviços. A atualização das regras abre caminhos para que instituições privadas possam fornecer rede de água, coleta e tratamento de esgoto, trazendo eficiência para o setor.

Estima-se que as novas diretrizes tragam bilhões em investimentos privados e possam criar inúmeros empregos no país. Para que isso ocorra, “a iniciativa privada deverá investir em pesquisa e tecnologia para ofertar projetos inovadores capazes de gerar soluções para problemas antigos. Empresários deverão acelerar o passo para propor iniciativas. Associações entre empresas e instituições de ensino e pesquisa parece um bom caminho. Espera-se que haja flexibilidade e segurança jurídica para permitir diferentes formas de parceria”, ressalta Doacyr Balbinot, Presidente do Grupo Servioeste