Soluções para Resíduos de Saúde

  • Servioeste - Soluções Ambientais para Resíduos de Saúde -

 

A Servioeste é especializada no serviço de Coleta de Resíduos de Serviços de Saúde. Conforme a RDC n° 306/04 da ANVISA, os resíduos de saúde são divididos em Grupo A (infectantes), Grupo B (químicos) e Grupo E (perfurocortantes), sendo esses gerados em hospitais, laboratórios, drogarias, farmácias, consultórios odontológicos, clínicas médicas, clínicas de estética, clínicas veterinárias, salão de beleza, funerárias, dentre outros prestadores de serviços a saúde humana e animal.
A qualidade do serviço prestado é primordial para nossa empresa, por isso, nossos motoristas são devidamente treinados e capacitados para manusear corretamente os resíduos de saúde. 

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Os veículos utilizados para realizar a coleta e o transporte dos resíduos de saúde são devidamente licenciados pelos órgãos fiscalizadores e ambientais, dentro das normas da ABNT e INMETRO e possuem monitoramento via satélite.

Desta forma, além de garantir a qualidade e confiabilidade na prestação dos serviços, a Servioeste proporciona segurança aos seus clientes e colaboradores.

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O tratamento consiste em submeter os resíduos provenientes de serviços de assistência à saúde humana ou animal a processos que modifiquem as características físicas, químicas e biológicas, ajustando-as a padrões aceitos, de forma a impedir a disseminação dos agentes patogênicos ou de qualquer outra forma de contaminação acima dos limites aceitáveis.
A Servioeste está equipada com incineradores e autoclaves, devidamente licenciados para o tratamento de Resíduos de Serviços de Saúde. O processo de autoclavagem e incineração consistem em:
Autoclavagem: método de tratamento que consiste na aplicação de vapor saturado sob pressão, garantindo condições de temperatura, pressão e tempo de exposição que proporcionam a inativação dos microorganismos presentes.
Incineração: processo de destruição térmica, onde há redução de até 97% do peso e volume. Elimina as características de periculosidade dos resíduos, bem como de matérias orgânicas e características patogênicas* (capacidade de transmissão de doenças). 

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A Servioeste dispõe de Destinação Final dos Resíduos de Saúde em Aterro Classe II próprio, onde são dispostos os RSS provenientes do processo de tratamento. O aterro possui impermeabilização com geomembrana PEAD, sistema de drenagem de gases e percolados, tratamento de efluentes líquidos e completo programa de monitoramento ambiental. 

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Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde - PGRSS é um documento integrante do processo de licenciamento ambiental, baseado nos princípios da minimização da geração de resíduos, que aponta as ações relativas ao seu manejo, contemplando os aspectos referentes à geração, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e disposição final, bem como à proteção à saúde pública, ao meio ambiente e à saúde e segurança do trabalhador.
O objetivo do plano de gerenciamentos é minimizar a produção de resíduos e proporcionar aos resíduos gerados, um encaminhamento seguro. Essa minimização será de grande utilidade e valor, não apenas para o trabalhador, que manuseia o resíduo, como para o meio ambiente e principalmente o seu estabelecimento, pois diminuirá a geração de resíduos.
O PGRSS deve ser elaborado conforme a RDC ANVISA nº 306/2004, Resolução CONAMA nº 358/2005 e normas do Ministério do Trabalho e Emprego (NR-32, entre outras). Deve ainda ser compatível com as normas locais relativas à coleta, ao transporte e à disposição final estabelecidas pelos órgãos locais responsáveis por essas etapas. É obrigatório e deve ser atualizado anualmente por profissional técnico qualificado. A destinação inadequada dos Resíduos de Serviços de Saúde é considerada pela Legislação Brasileira como crime ambiental e, desta forma, a elaboração do PGRSS é indispensável para o cumprimento das determinações ambientais vigentes.

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Conforme a RDC n° 306/04 da ANVISA, os Resíduos Sólidos Urbanos são aqueles que não apresentem risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares. São eles: papel de uso sanitário e fralda, absorventes higiênicos, peças descartáveis de vestuário; resto alimentar de paciente, material utilizado em anti-sepsia e hemostasia de venóclises, equipo de soro e outros similares não classificados como A1; sobras de alimentos e do preparo de alimentos; resto alimentar de refeitório; resíduos provenientes das áreas administrativas; resíduos de varrição, flores, podas e jardins; resíduos de gesso provenientes de assistência à saúde.