Postado em 19 de Abril às 15h03

O que saber antes de contratar uma coleta de resíduos?

Não arrisque! Avalie a idoneidade da empresa

A Lei nº 12.305/2009 define que o gerador de resíduos é corresponsável pelo processo da geração à destinação final, portanto, contratar instituições idôneas é fundamental para sua segurança.

Volte sua atenção ao Plano de Gerenciamento de Resíduos (PGR). Quando bem planejado, ele dará as diretrizes sobre tipos de resíduo, volume gerado e periodicidade da coleta. 

É importante estar familiarizado com o Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR) - ferramenta de gestão autodeclaratória obrigatória de implantação e operacionalização do PGR, emitido pelo Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão de Resíduos Sólidos (SINIR). Este documento é de responsabilidade exclusiva do gerador, que deverá acompanhar o transporte do resíduo até a destinação final. 

Os veículos de coleta devem ser identificados, portar documentos de inspeção e adequação emitidos por entidades credenciadas. O motorista que realiza a coleta deve ter certificação do curso de Movimentação Operacional de Produtos Perigoso (MOPP).

Antes de contratar, solicite à empresa a comprovação das licenças.


Postado em 13 de Abril às 09h01

Gestão de resíduos aeroportuários

Complexidade do processo exige conhecimento especializado

Consegue imaginar a quantidade de resíduos gerados nos aeroportos brasileiros num contexto em que a movimentação mensal de passageiros chega a 20 milhões entre embarques, desembarques e conexões?

Para além dos passageiros, há toda a comunidade aeroportuária: centenas de funcionários e trabalhadores de diferentes setores circulam diariamente em portos e aeroportos. Muitos aeroportos produzem volumes de resíduos equivalente a cidades.

São resíduos gerados a bordo das aeronaves e navios, salas de embarque/desembarque, terminais de cargas e em todo sítio aeroportuário, incluindo sanitários, praças de alimentação, posto de atendimento pré-hospitalar, comércios e serviços em geral. Dentre estes resíduos estão os biológicos, químicos, radioativos, perfurocortantes, extraordinários, também conhecido como lixo comum, e recicláveis.

Os resíduos aeroportuários são classificados de acordo com sua periculosidade, conforme o Regulamento Técnico de Boas Práticas Sanitárias no Gerenciamento de Resíduos Sólidos nas áreas de Portos, Aeroportos da Anvisa (RDC 56/2008 ).

“A gestão dos de resíduos aeroportuários é de grande complexidade e exige conhecimento técnico especializado, pois, caso não seja realizado dentro das normativas legais, pode colocar passageiros e frequentadores do local em risco, contaminar solo e água, disseminar doenças e gerar elevados custos para a concessionária e para a comunidade do entorno. A melhor forma para garantir qualidade e eficiência é terceirizar a gestão a empresas especializadas”, pontua Anderson Lira, Gerente Operacional da Servioeste.

A Servioeste possui equipe técnica especializada para gerenciar os resíduos provenientes dos portos e aeroportos desde a sua geração até o tratamento, destinação ou disposição final.

Em muitos casos, os materiais recebem tratamento na própria central de resíduos e os rejeitos são encaminhados para destinação final em aterro específico. A gestão de resíduos pode englobar processos como reciclagem, reutilização, compostagem, coprocessamento, reaproveitamento e aproveitamento energético, que contribuem para a sustentabilidade do planeta.
 


Postado em 01 de Abril às 08h40

Cuidados no descarte de agulhas, seringas e medicamentos

      Materiais requerem tratamento especializado

      Home health care ou home care é um modelo personalizado de atenção à saúde. Idosos, crianças, portadores de enfermidades agudas ou crônicas e até pets recebem atendimento médico em domicílio ou realizam tratamentos de saúde em casa.

      Servioeste - Soluções Ambientais para Resíduos de Saúde Myrian Vivan Jung, educadora física aposentada, faz uso de insulina injetável há 22 anos. Até pouco tempo atrás, usava uma seringa com agulha por dia....

      Myrian Vivan Jung, educadora física aposentada, faz uso de insulina injetável há 22 anos. Até pouco tempo atrás, usava uma seringa com agulha por dia. Agora, faz uso da caneta de insulina. São duas agulhas por dia e uma caneta a cada três dias. Em 2006, teve recidiva de câncer de pele e realizou tratamento domiciliar injetável três vezes por semana. “Por muitos anos guardei esse material com certo apego, afinal, foi o que me manteve viva. Pensava em fazer um quadro ou obra de arte. Rita, minha companheira, me fez repensar e decidi me desfazer. Fui até o posto de saúde buscar informações. Disseram para armazenar numa garrafa pet e levar até o posto que eles entregam para empresa especializada.”

      É preciso ter cuidado especial no descarte dos resíduos gerados nestes momentos: agulhas, seringas, gases, algodão e cotonetes sujos ou contaminados requerem destinação correta.

      Tina passou por oito tratamentos para fertilização in vitro até o nascimento da filha, em 2019. Utilizou hormônio injetável por muito tempo. Foram centenas de agulhas. Ela e o marido, ambos professores universitários, tinham noção de que deveriam encaminhar o material para local específico. “Por conter agulha e resíduos de hormônio, sabíamos que não dava pra jogar no lixo doméstico. Meu marido levava ao posto de saúde”, lembra Tina (nome fictício, pois a entrevistada optou por não se identificar).

      No caso de pacientes crônicos, acamados e que geram maior volume de resíduos de saúde, como sondas, gases, escalpes, a solução é contratar empresa especializada na coleta para que estes materiais sejam encaminhados ao tratamento para eliminação de agentes biológicos e disposição final em aterro, visando minimizar riscos de acidente e contaminação.

      Iliane Régio, enfermeira da Lar e Saúde Assistência Domiciliar, relata que o atendimento a pacientes que geram resíduos de saúde já inclui a disponibilização de embalagens próprias para o descarte, assim como a coleta, tratamento e disposição final destes materiais. “Nós orientamos os cuidadores sobre os tipos de resíduos e oferecemos um folder para ajudar no momento do descarte em cada lixeira”, ressalta Iliane.

      Nunca descarte agulhas, seringas, objetos cortantes ou medicamentos no lixo comum. (Foto flagrante Chapecó - SC, março de 2021).

      Lâminas, navalhas, agulhas, ampolas usadas enquadram-se como resíduos perfurocortantes. Além de possível contaminação biológica ou química, este resíduos podem causar acidentes, portanto, não devem ser descartados no lixo domiciliar.

      Os usuários destes materiais podem colocá-los em garrafas PET identificadas e entregar nos postos de saúde. Medicamentos vencidos ou em desuso devem ser encaminhados às farmácias para logística reversa.


      Postado em 29 de Março às 09h31

      Gestão Ambiental

      Meio Ambiente (82)

      Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD)

      Empreendimentos, atividades industriais ou comerciais podem gerar impacto ao meio ambiente. Para minimizar esses efeitos, empresas que precisam de licenciamento ambiental devem elaborar um Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) - estudo que apresenta programa para a correta gestão dos recursos naturais. Estas ações devem oferecer condições dinâmicas e equilibradas para que a área degradada se reestabeleça.

      “O PRAD geralmente é feito quando atividade causa ou já causou degradação ambiental. Nesse caso, depende da atividade causadora, do que causou o dano ou contaminação e quais serão as técnicas para remediação e recuperação da área”, comenta Caroline Beutler, Engenheira Ambiental e Sanitarista da Servioste.

      O Plano de Recuperação de Áreas Degradadas é um importante instrumento de gestão ambiental para atividades que envolvem desmatamentos, terraplenagem, exploração de jazidas, recuperação de Área de Preservação Permanente (APP) e de Reserva Legal (RL).

      O Instituto Chico Mendes, ligado ao Sistema Nacional de Meio Ambiente, define área degradada como “aquela impossibilitada de retornar por uma trajetória natural a um ecossistema que se assemelhe ao estado inicial” e estabelece procedimentos para elaboração, análise, aprovação e acompanhamento da execução de Projeto de Recuperação de Área Degradada ou Perturbada. Segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA), um ecossistema é considerado recuperado quando conta com recursos próprios suficientes para continuar seu desenvolvimento.

      A Servioeste oferece ampla assessoria ambiental, com diagnóstico detalhado das condições e necessidades de cada empresa. Temos equipe técnica multidisciplinar com Engenheiros Ambientais e Sanitaristas, Engenheiros Químicos, Técnicos e Gestores Ambientais.


      Postado em 18 de Março às 08h39

      Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos

      Toda empresa cuja atividade gere resíduo deve ter o PGRS

      O gerenciamento envolve procedimentos para minimizar a produção de resíduos e proporcionar destinação final segura, de forma a proteger trabalhadores, saúde pública e o meio ambiente.

      Planos de Gerenciamento de Resíduos são documentos elaborados por profissionais qualificados, baseados na complexidade e demanda de cada serviço gerador de resíduos. O plano deve informar como serão as etapas do manejo dos resíduos, desde a geração, segregação, acondicionamento, identificação, classificação, armazenamento, coleta, transporte, tratamento e disposição final ambientalmente adequada, considerando o potencial de periculosidade dos resíduos, as ações de proteção à saúde e ao meio ambiente e a prevenção de acidentes.

      Quem precisa fazer o PGRS?

      A Lei nº 12.305/2009 define que toda empresa cuja atividade gere resíduo deve ter o PGRS.

      “Se sua empresa produz impacto considerável ao meio ambiente, você é obrigado a elaborar o PGRS e mantê-lo atualizado. Estados e municípios podem especificar procedimentos para os geradores de pequeno porte. É preciso consultar a legislação de sua cidade”, afirma Caroline Beutler, Engenheira Ambiental e Sanitarista da Servioeste.

      Mesmo que uma empresa não seja obrigada por lei, a implementação do PGRS pode contribuir positivamente na percepção da marca junto à sociedade e associá-la à imagem de empresa socialmente responsável.

      Fique atento às exigências normativas!

      A Servioeste oferece ampla assessoria ambiental, com diagnóstico detalhado das condições e necessidades de cada empresa. Temos equipe técnica multidisciplinar com Engenheiros Ambientais e Sanitaristas, Engenheiros Químicos, Técnicos e Gestores Ambientais.


      Postado em 02 de Março às 09h31

      Compliance e sustentabilidade garantem 21 anos de atuação no mercado de resíduos

      Negócios (22)

      Servioeste é referência e pioneira no gerenciamento de resíduos sólidos

      Doacyr Balbinot, fundador e Presidente do Grupo, lembra que a “Servioeste tem cerca de 1000 colaboradores diretos e indiretos e trabalha pela qualidade de vida das pessoas e pela sustentabilidade do planeta. Estamos presentes no dia a dia de milhões de habitantes em todo o território nacional. Temos muita responsabilidade pelos serviços que prestamos, por isso, decidimos apostar no Conselho Administrativo para qualificar a gestão e o trabalho da empresa.”

      Transparência

      A governança corporativa fortalece a relação com clientes públicos e privados, facilita a condução dos negócios e proporciona vida longa à empresa.

      A Servioeste incorpora os conceitos de Compliance e Environmental, Social and Corporate Governance (ESG), e pauta-se na execução de medidas internas para a observância dos padrões de conduta social e ambiental.

      Os membros do Conselho Administrativo da Servioeste estão alinhados quanto às orientações normativas dos órgãos de regulamentação e quanto aos princípios da empresa. Na foto, os membros do conselho, da esquerda para direita: Roberto Melo, Douglas Roberto Festa, Deivid de Oliveira, Sandra Balbinot, Doacyr Balbinot, Dayane Balbinot, Cristian Balbinot, Vanderlei Gonçalves.


      Deivid de Oliveira, Vice-presidente do Conselho e Diretor Operacional do Grupo Servioeste, pontua que a atuação do Conselho Administrativo, focada na transparência e governança corporativa, contribui para que colaboradores, parceiros e fornecedores estejam em sintonia e atuem em conformidade com as regras dos organismos reguladores, buscando garantir lisura nos processos, credibilidade e alcance das metas institucionais.

      Gestão qualificada

      Diretores Executivos, também chamados Chief Executive Officer (CEO), têm papel estratégico nas empresas e a responsabilidade de executar as diretrizes propostas pelo Conselho Administrativo.

      Em julho de 2020, Vanderlei Gonçalves assumiu como CEO da Servioeste. Formado em Ciências Contábeis, com especialização em Marketing e expertise de mais de 30 anos em empresas nacionais e multinacionais, Vanderlei ingressou na empresa para qualificar a gestão. Com foco nos resultados, Vanderlei trabalha para garantir a saúde e o sucesso dos negócios, pautado pelos princípios da transparência, governança social e ambiental.

      “A Servioeste tem ótimos resultados e uma dinâmica comercial específica. Nasceu em Chapecó e há anos atua no sul e sudeste brasileiro. Somos fortes no Rio de Janeiro, por exemplo. Isso demonstra que a gestão é visionária. Nossa meta é manter a empresa aquecida em termos de expansão e capilarização territorial”, conclui Vanderlei.
       


      Postado em 26 de Fevereiro às 10h17

      Caminho dos resíduos de saúde

      Da segregação à disposição final

      Conheça as etapas do processo de gestão dos resíduos gerados pelos serviços de saúde.

      A correta gestão dos resíduos evita desperdícios de recursos financeiros e diminui a incidência de acidentes e riscos de contaminação ambiental.

      Segregação: separação dos resíduos no momento e no local de geração, conforme a classificação dos Grupos estabelecida pela Anvisa, de acordo com as características físicas, químicas, biológicas, estado físico e riscos envolvidos.

      A segregação é uma das operações fundamentais para alcançar os objetivos de um sistema eficiente de manuseio de resíduos. Saiba mais.

      Acondicionamento: ato de embalar os resíduos segregados, em sacos ou recipientes adequados, conforme regras da Anvisa.

      Armazenamento: consiste na guarda temporária (em abrigo) dos recipientes contendo os resíduos já acondicionados, visando agilizar a coleta dentro do estabelecimento e otimizar o deslocamento entre os pontos geradores e o ponto destinado à disponibilização para coleta externa.

      A identificação dos resíduos deve estar afixada nos carros de coleta, nos locais de armazenamento (abrigos) e nos sacos de acondicionamento.

      Coleta externa: remoção dos resíduos do abrigo até a unidade de tratamento ou disposição final. 

      Ao chegar nos clientes, os coletores da Servioeste realizam a pesagem e, em seguida, fazem a coleta. Todas as informações são lançadas num sistema online e, em instantes, o cliente recebe comprovante detalhado.

      Transporte: transferência dos resíduos do ponto de armazenamento no local de geração até a estação de tratamento ou disposição final. Veja matéria sobre transporte de resíduos perigosos. 

      Tratamento: aplicação de processo que modifique as características físicas, químicas ou biológicas dos resíduos, reduzindo ou eliminando riscos de dano ao meio ambiente e à saúde pública. Veja matéria sobre o tema

      Disposição final: distribuição ordenada de rejeitos em aterros, observando normas operacionais específicas de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e à segurança, minimizando impactos ambientais.