Blog Inovação

Postado em 16 de Setembro às 09h05

Grupo Servioeste aposta em novas tecnologias

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Investir em TI é fundamental para alcançar a excelência na prestação de serviços

Quando se fala em tempo, recursos e preocupação com os clientes, conhecimento e tecnologias são os principais aliados da empresa.

Sabendo disso, o Grupo Servioeste apostou na interligação dos sistemas de gestão de operações, coleta informatizada e rastreamento da frota. A integração visa acompanhar as coletas, o tempo de permanência dos motoristas em cada ponto, os desvios de rota e a quantidade de resíduo recolhido.

Durante os meses de agosto e setembro, colaboradores dos setores de logística das 10 unidades do Grupo Servioeste passaram por treinamento focado na melhoria do sistema de roteirização. O investimento permite aperfeiçoar o controle operacional, otimizando a tomada de decisões.

O novo roteirizador possibilita verificar as coletas e as atividades dos motoristas em tempo real, fornecendo dados para a busca de soluções diferenciadas. Os analistas de logística são responsáveis pelo monitoramento e análise das informações.

A tecnologia contribui para a gestão e redução de custos. Caso alguma coleta não tenha sido efetivada por algum motivo, a equipe entra em contato com o cliente para novo agendamento.


Postado em 12 de Agosto às 14h23

Economia circular

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Ações estimulam a criação de novas fontes de emprego e renda

A economia circular envolve conceitos como inclusão, energias renováveis, sustentabilidade e harmonia com a natureza. A proposta circular busca os “rs” da sustentabilidade: repensar, respeitar, responsabilizar, recusar, reparar, reduzir, reaproveitar, reciclar, repassar.

Ações de economia circular reinventam modos de produção e focam no bem-estar da sociedade, por meio de uma visão holística que engloba natureza e seres humanos. Sua premissa é redução dos impactos negativos decorrentes do modo de produção linear, enraizado na primeira Revolução Industrial, no qual extrair, explorar, transformar e descartar é a única solução vislumbrada.

Europa como exemplo

Recentemente, a União Europeia apresentou um pacote de medidas sobre economia circular como estratégia voltada a estimular a fabricação de produtos sustentáveis, empoderar consumidores a investir em serviços e produtos com potencial de circularidade alto, a fim de eliminar desperdícios. A ideia é instigar a busca por soluções inovadoras e atraentes para empresários e consumidores, investindo em alternativas globais alicerçadas na sustentabilidade.

“Um novo modelo econômico requer políticas transformadoras, inovação, acesso a financiamentos, capacidade de assumir riscos, modelos e mercados comerciais novos e sustentáveis. Sobretudo, devemos abordar o fracasso passado da nossa economia para valorizar a natureza, porque nossa saúde e bem-estar dependem fundamentalmente disso”, afirma Marc Palahí, Diretor do Instituto Florestal Europeu, responsável pelo Plano de Ação da União Europeia para a Bioeconomia Circular de Bem-estar.

Conforme os signatários do Plano, a economia circular se baseia em ecossistemas saudáveis, biodiversos e resistentes e tem como objetivo proporcionar bem-estar através da prestação de serviços ecossistêmicos e gestão sustentável dos recursos biológicos. O modelo funciona com energia renovável, inclui e interconecta de maneira integral todos os sistemas e setores da economia.

“A inovação é um elemento-chave para economia circular. Os principais aliados das empresas que buscam a circularidade são a inovação e o design”, ressalta Tatiana Assali, Gerente de Relações Institucionais do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), associação civil sem fins lucrativos, segundo a qual a economia circular deve movimentar 1 trilhão de dólares mundialmente na próxima década.

Comportamento de consumo

Indústria e consumidores precisam pensar em todo o ciclo de vida do produto: de onde vem, para onde vai ou o que vai gerar depois de descartado, observa Maria Lúcia Bianchi, professora doutora do Departamento de Química da Universidade Federal de Lavras, Minas Gerais.

Tatiana Assali lembra que “o perfil do consumidor brasileiro privilegia em maior medida o preço e a conveniência do produto, o que pode representar uma barreira para a circularidade. É fundamental que os consumidores também passem por uma mudança de hábitos e repensem sua forma de consumo.”

A boa notícia é que a sociedade está disposta a mudar. A cada dia surgem novos consumidores conscientes. Pesquisa realizada pela Ipsos Global Advisor com 14 nações revela que 79% dos entrevistados afirma ter vontade de adquirir produtos mais saudáveis e melhores para o meio ambiente.

E como formar consumidores conscientes? Tatiana Assali sugere que a maneira mais efetiva passa pelo conhecimento e educação, acesso a informações e materiais didáticos que apoiem apostem nas questões socioambientais. “O desenvolvimento socioeconômico e a redução das desigualdades sociais no Brasil são fatores determinantes para a formação de consumidores mais conscientes e também para o avanço da economia circular.”

Indústria circular

A indústria circular pode e deve levar em conta as diferentes realidades locais e regionais, os insumos e recursos existentes na região, por exemplo, e usar o design para otimizar os produtos, que precisam ser projetados desde o início, do berço ao berço, de maneira que todas as etapas de sua vida sejam pensadas de maneira circular, esclarece Tatiana.

Ações sustentáveis visando o bem-estar das pessoas (chave da economia circular) começam a ser uma realidade no Brasil. Dados de 2019 da Confederação Nacional da Indústria (CNI) indicaram que 76,4% das 1.261 indústrias pesquisadas desenvolviam algum tipo de economia circular com ações que visam o aumento da vida útil de produtos e a partir do uso mais eficiente de recursos naturais.

A economia circular faz com que as empresas não apenas reduzam custos e perdas produtivas, mas também criem novas fontes de receita, estimula a inserção de matéria-prima secundária nos processos produtivos e fomenta o mercado de troca de resíduos, afirma Robson Braga de Andrade, presidente da CNI à Agência Brasil. “Parte da indústria brasileira já adota práticas como a reutilização da água, reciclagem de materiais e a logística reversa, mas ainda há muito a ser explorado no uso eficiente de recursos naturais”, exemplifica Robson.

Tatiana Assali sugere aos empresários que o primeiro passo para maior circularidade é olhar para seus produtos e processos e entender como reduzir o uso de recursos e a geração de resíduos. O segundo passo envolve a análise e busca por novas soluções e produtos olhando para todo o ciclo de vida.

A dificuldade dos empresários em se adaptar às práticas da economia circular passa pelos entraves regulatórios e fiscais que oneram e dificultam a implementação de ações circulares, e pela falta de infraestrutura que possibilite um maior grau de circularidade, frisa Tatiana.

“O mundo ainda está preso ao modelo de produção linear: a imensa quantidade de resíduos, por exemplo, não é uma barreira para a economia circular. É apenas um passivo da lógica linear. Na economia circular não existe a ideia do resíduo, pois os fluxos materiais são mantidos em uso em seu mais alto valor. Tornar o modelo econômico circular não significa lidar com os resíduos, e sim repensar a produção e o consumo de maneira que os resíduos não sejam gerados, ou que possam ser reutilizados no processo produtivo. Da mesma forma, a economia circular pode gerar oportunidades de emprego e renda, e contribuir para recuperação econômica", conclui Tatiana. 


Postado em 19 de Junho de 2019 às 16h34

Servioeste disponibiliza laudos técnicos e documentos online

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Quem trabalha com descarte de resíduos precisa estar sempre atendo às transformações e exigências que a legislação ambiental impõe. Com o propósito de auxiliar seus clientes, o Grupo Servioeste, referência nos serviços de coleta, transporte, tratamento e disposição final de resíduos de saúde, disponibiliza laudos técnicos e documentos de forma fácil e prática, por meio do site da empresa. 

Para obter os documentos, o cliente precisa entrar na página da Servioeste (www.servioeste.com.br) e clicar no ícone “acesso restrito ao sistema”, que fica no canto superior direito da tela. Com o número do CNPJ ou CPF o cliente consegue baixar os documentos.

Os laudos contêm as informações de identificação do cliente, classificação dos resíduos coletados, quantidade recolhida e o período, atestando assim, o processo correto para o descarte dos resíduos de saúde.

O cliente também pode consultar no site as licenças da Servioeste junto aos órgãos ambientais de cada Estado onde atua, que autorizam a realização dos serviços de coleta, transporte, tratamento e disposição final de resíduos de saúde.

Laudos e licenças normalmente são exigências de órgãos competentes, durante o processo de renovação de alvarás sanitários, por exemplo. Segundo a engenheira ambiental e sanitarista do Grupo Servioeste, Dalila Gonçalves, a emissão de documentos online agiliza o processo e garante a confiabilidade dos serviços.

“O laudo técnico é um comprovante da empresa para o cliente. Ter acesso aos documentos pela internet é mais fácil e prático tanto para a empresa quanto para os nossos clientes”. 


Postado em 08 de Maio de 2019 às 15h29

Grupo Servioeste lança loja virtual

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Quando se trabalha com resíduos de serviços de saúde entre outros materiais que podem poluir o meio ambiente, cuidados com o descarte são sempre necessários. O Grupo Servioeste, especialista quando se trata do assunto, trabalha há 20 anos com soluções práticas e inteligentes para coleta, transporte, tratamento e destinação final destes resíduos.

Além de recolher os materiais, a empresa oferece também os produtos adequados para realizar o descarte, como sacos, coletores, contêineres e lixeiras seletivas. Antes, para obter esses materiais o cliente precisava entrar diretamente em contato com a empresa. Pensando nisso, a Servioeste resolveu inovar e criar uma loja online, com o objetivo de facilitar o contato com os clientes e agilizar a obtenção dos produtos.

Segundo o diretor operacional do Grupo, Jeferson Balbinot, a loja virtual acompanha a tendência do e-commerce. “A loja online facilita a vida dos clientes e parceiros. Em questão de minutos o pedido é feito e depois ele recebe na comodidade do seu trabalho ou da sua casa”, ressalta.

Na loja, é possível encontrar barrica para acondicionamento de resíduos, bombona para acondicionamento de resíduos, bombona para resíduos líquidos, coletor de papelão para perfurocortantes, coletor de plástico para perfurocortantes, folhas de etiqueta para classificação dos resíduos e sacos para acondicionamento de resíduos químicos, contaminados e incineráveis. Para comprar os produtos, basta acessar o site da Servioeste.

 

Sobre a Servioeste

O Grupo Servioeste surgiu em 1999, em Chapecó/SC, com o objetivo de oferecer serviços de coleta, transporte, tratamento e destinação final dos Resíduos dos Serviços de Saúde (RSS). Atualmente conta com nove centrais de tratamento de resíduos nas regiões Sul e Sudeste do Brasil.

Para atender aos clientes, a empresa possui uma equipe especialista no gerenciamento de resíduos, entre eles engenheiro sanitarista, engenheiro ambiental, advogado ambientalista, técnico ambiental, gestor ambiental, motoristas com cursos específicos para o transporte de produtos perigosos e operadores treinados com equipamentos adequados dentro das normas da ABNT e legislações em vigor.


Postado em 09 de Novembro de 2017 às 10h07

Grupo Servioeste participa de Seminário de Resíduos Sólidos

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Evento trouxe exemplos de como inovar com resíduos sólidos

Pode parecer pouco, mas separar o lixo corretamente já é uma grande contribuição para o futuro do planeta. A terça-feira (07/11) foi um dia para refletir essa e outras questões que envolvem o meio ambiente e a sustentabilidade, em Chapecó. Durante o 3º Seminário Regional de Resíduos Sólidos, palestras e exposições mostraram que sim, é possível construir um futuro melhor, só depende de nós.

O evento, sediado pela Unochapecó, foi promovido pelo Fórum de Resíduos Sólidos de Chapecó, e contou com profissionais da área ambiental para trazer informações importantes sobre inovação, sustentabilidade e gestão de resíduos sólidos. E o que mais chamou a atenção dos visitantes em geral foi a feira de artesanato e de produtos criados a partir dos materiais recicláveis, uma das principais atrações do evento. O objetivo era mostrar as inovações em mercadorias sustentáveis.

O Grupo Servioeste é membro da coordenação do Fórum e participou do Seminário Regional. Nesta edição, o tema 'Sustentabilidade e Inovação' abordou assuntos como Compostagem Urbana, Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos do município, Política Nacional de Resíduos Sólidos e Desenvolvimento Regional e Sustentabilidade.

Além da Servioeste, fazem parte do Fórum as empresas e entidas: Unochapecó, ACIC Chapecó, Amarluz, Arsol, Asmavi, Azeplast, Casan, Fcter, Fibratec, Fundação Aury Luiz Bodanese, Iberê, Instituto Goio-en, Polícia Militar Ambiental, Prefeitura de Chapecó, Associação de Catadores São Francisco, Sindiplasc, Sociedade Amigos de Chapecó, TOS, Unimed Chapecó, Unoesc, Unopar, Verde Vida, OAB de Chapecó e UFFS.


Postado em 23 de Fevereiro de 2017 às 08h14

Celesc incentiva a geração de energia solar em Santa Catarina

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Moradores de Santa Catarina podem participar, a partir desta segunda (20), do cadastro para o projeto Bônus Eficiente - linha fotovoltaica, da Celesc. A intenção é proporcionar a instalação de sistemas fotovoltaicos em 1.000 casas com 60% de desconto. A iniciativa tem a parceria da Engie, que ganhou o processo licitatório para instalar os sistemas.

O Bônus vai acelerar a popularização da microgeração fotovoltaica no país ao investir recursos de R$ 11,3 milhões do Programa de Eficiência Energética PEE/Celesc. Os consumidores aprovados no cadastro terão acesso ao sistema fotovoltaico de 2,6kWp, pagando 40% do custo total praticado no mercado, ou seja, em torno de R$ 6.700. O benefício principal para o consumidor é a economia na conta de energia elétrica que, após a instalação dos painéis fotovoltaicos, pode chegar a R$ 2 mil por ano. Com isso, o investimento individual no sistema será recuperado em pouco mais de três anos.

O presidente da Celesc, Cleverson Siewert, destacou o mérito da iniciativa: “É uma ação de eficiência energética inédita em território nacional considerando o subsídio à microgeração com sistema fotovoltaico. Santa Catarina estará na vanguarda dessa tendência. Vamos quadruplicar o número de casas no estado com esses sistemas e a potência total instalada passará dos atuais 2,8MW para 5,4 MW”. Há ainda outras vantagens: “O Bônus Fotovoltaico estimula o uso racional da energia elétrica, contribui para reduzir o carregamento do sistema elétrico e aumenta a diversificação da matriz energética brasileira, fortalecendo o uso de uma fonte de energia limpa”, disse Siewert.

O investimento total do projeto é de R$ 17 milhões, somando a contrapartida de R$ 6,7 milhões de quem adquirir o sistema. Ao participar do projeto, cada contemplado terá direito ainda a receber cinco lâmpadas LED.

Para participar, os interessados precisam atender aos requisitos necessários, como área mínima de 20m² disponível no telhado e consumo médio superior a 350 kWh nos últimos 12 meses. Serão contemplados mil consumidores que cumprirem todos os requisitos. 

Requisitos para participar do Projeto Bônus Eficiente Linha Fotovoltaica

• Consumidor residencial deve estar adimplente com a Celesc, ou seja, não pode ter dívidas com a Empresa;

• O cadastro (ou inscrição) é realizado via internet. Caso todos os requisitos sejam atendidos, o consumidor entra para a lista de instalação, ficando passível ainda de rejeição caso sua unidade consumidora apresente problemas na inspeção prévia, antes da instalação;

• A casa deve possuir área disponível mínima de 20m² no telhado para instalação, livre de sombreamentos por árvores, prédios vizinhos etc.;

• O telhado deve estar voltado para o Norte (com desvio admitido +/- 30°);

• A inclinação do telhado pode variar de 20° a 35° em relação ao plano horizontal;

• A unidade consumidora deve ter consumo mensal de 350 kWh ou acima, nos últimos 12 meses;

• O consumidor precisa ter disponibilidade de recurso para pagar a contrapartida;

• A unidade consumidora precisa dispor de acesso à rede de internet/WiFi;

• Cada consumidor poderá se inscrever para receber somente um sistema de 2,6 kWp.

 

Fonte: Site Notícias do Dia


Postado em 19 de Maio de 2016 às 16h25

Treinamentos

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       A Servioeste Unidade Criciúma ministrou no dia 16 de maio de 2016 treinamento sobre Resíduos de Serviços de Saúde no Hospital São José da cidade de Criciúma/SC.

       Servioeste Unidade Chapecó ministrou no dia 17 de maio de 2016 treinamento sobre Resíduos de Serviços de Saúde para as Equipes de Enfermagem, Copa, Cozinha e Sanificação da Sociedade Beneficente do Hospital de Caridade de Frederico Westphalen/RS.


Treinamentos realizados pelo Grupo Servioeste 18/04/16 A Servioeste Unidade Rio de Janeiro ministrou, no dia 14 de abril de 2016, treinamento sobre Resíduos de Serviços de saúde para os funcionários dos setores do Biotério, Laboratórios e Veterinária do Centro Universitário de Barra Mansa/RJ. A finalidade do treinamento foi orientar os funcionários sobre a importância do correto Gerenciamento dos......