Blog Saúde

Postado em 28 de Julho às 11h00

Covid-19: Resíduos domiciliares

Saúde (30)

O que fazer em caso de quarentena obrigatória

Os resíduos produzidos por pacientes em isolamento domiciliar com suspeita ou confirmação de infecção pelo novo coronavírus precisam ser separados e descartados corretamente para evitar a disseminação da doença.

O isolamento de pessoas suspeitas de infecção por covid-19 se faz necessário porque as partículas virais liberadas junto à saliva podem permanecer flutuando no ar por cerca de 40 minutos e até 2h30min, informa a Fiocruz.

Além disso, o vírus permanece vivo durante horas ou dias, dependendo da superfície em que se deposita: até 72 horas em plásticos e aço inoxidável, 48 horas em vidros, 24 horas em papelão, madeira e tecido, detalha a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Regra Federal: nada pode ser reciclado

Os órgãos sanitários federais determinam que todos os resíduos gerados nas residências de pessoas em quarentena obrigatória (com suspeita ou confirmação de covid-19) sejam acondicionados em dois sacos plásticos resistentes, devidamente lacrados e apresentados para coleta regular de limpeza urbana (resíduos comuns).

A regra vale para todos os resíduos produzidos no local - sobras de alimentos, guardanapos, papel higiênico, embalagens plásticas, vidros, luvas, máscaras e outros. Nada pode ser reciclado.

“Todo paciente em isolamento domiciliar deve ter um serviço de saúde que o acompanhe (SUS ou Medicina Suplementar) e se possível essa equipe deve recolher esses resíduos. Caso o município não tenha essa rede estruturada, o paciente deve acondicionar os resíduos gerados em dois sacos plásticos, identifica-los como covid-19 e descartá-los como rejeito. Se morar em prédio ou condomínio deverá informar ao síndico e ou administração”, ressalta Doutora Danielly Negrão, especialista em gestão de resíduos de saúde.

Orientações

• Não separe o lixo doméstico;
• Todos os resíduos gerados na residência devem ser descartados como lixo comum;
• Use dois sacos plásticos resistentes (um dentro do outro) para descartar seus resíduos e certifique de que ambos estão devidamente fechados;
• Apresente os sacos para coleta nos dias e horários determinados em sua localidade;
• Animais de estimação não devem ter contatos com os materiais descartados
.


Em caso de dúvidas, consulte a vigilância sanitária local ou o órgão de limpeza pública do seu município.


Postado em 17 de Julho às 10h31

Covid-19

Saúde (30)

Nesse momento de pandemia, a gestão de resíduos hospitalares é ainda mais importante, pois o descarte correto e tratamento adequado destes resíduos ajuda no controle da infecção.
Veja matéria veiculada no Jornal do Almoço da RBS Rio Grande do Sul sobre a importância desse serviço, que há 21 anos é realizado pelo Grupo Servioeste.


Postado em 08 de Julho às 11h21

Resíduos covid-19

Saúde (30)

Todos os resíduos provenientes de pacientes da covid-19 são considerados infectantes

Em março, no início da pandemia de covid-19, a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) estimava crescimento de 10 a 20 vezes no volume de resíduos hospitalares. Porém, balanço divulgado pela associação em abril apontou redução média de 17% na primeira quinzena de abril

Se por um lado, houve crescimento das taxas de ocupação dos leitos hospitalares, por outro, ocorreu decréscimo no número de procedimentos eletivos realizados em hospitais. 

Anderson Oliveira, administrador hospitalar, Mestre em Ciências da Saúde e Meio Ambiente e assessor comercial da Servioeste, calculava o declínio na geração de resíduos de saúde (RSS) na ordem de 30%, em face ao cancelamento de cirurgias eletivas. "Esse percentual só não aconteceu porque as unidades de saúde que tratam pacientes portadores do covid-19 devem descartar resíduos comuns e extraordinários como resíduos infectantes, devido ao elevado potencial de infecção deste vírus.”

Caroline Beutler, engenheira ambiental e sanitarista, entende que há uma variação da produção de resíduos de serviços de saúde a depender do nível em que cada região se encontra dentro da pandemia. “Apesar dos procedimentos e cirurgias eletivas terem diminuído, estima-se que a frequência de troca dos equipamentos de proteção individual (EPIs) tenha aumentado, assim como as taxas de ocupação hospitalar”, ressalta. 

Números

Danielly Negrão, Doutora em Enfermagem com ênfase em gestão de resíduos de serviços de saúde e professora da Universidade Estadual de Londrina (UEL), comenta que a taxa de geração de resíduos de serviços de saúde (RSS) por leito hospitalar é, em média,

  • 1,5 quilos/paciente/dia, no caso de paciente de média complexidade
  • 2,2 quilos/paciente/dia no caso de UTI em situações habituais  
  • 3,7 quilos de resíduos é o que gera uma cirurgia de duas horas

A Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB) informa que o tempo médio de permanência de um paciente em UTI num hospital público gira em torno de seis dias. Pacientes graves infectados pelo novo coronavírus ficam entre 14 e 21 dias na UTI.

O atendimento a um paciente covid-19 internado por duas semanas em UTI, produz cerca de 30 quilos de resíduos que precisam passar por tratamento adequado antes da disposição final em aterro sanitário licenciado.

Como a taxa de ocupação média atual dos leitos do Sistema Único de Saúde (SUS) está em torno de 95% (15,2 mil, segundo dados da AMIB), a geração de resíduos de saúde ao dia equivale a 33,4 toneladas. Estes números representam só o atendimento a pacientes de UTI em todo o Brasil, sem contabilizar as internações em enfermarias.

Impactos

O aumento na produção de resíduos pode gerar impactos significativos para hospitais com altas taxas de ocupação de leitos, além de interferências na cadeia de gerenciamento seguro desses resíduos, afirma doutora Danielly.

A composição da massa residual mudou muito. Isso é impactante. O aumento da massa residual não será proporcional em todos os grupos de resíduos classificados pela Anvisa. O aumento maior será nas classes dos resíduos infectantes e químicos, havendo diminuição dos reciclados, já que todos os resíduos provenientes de pacientes da covid-19 devem ser considerados infectantes. Não se pode reciclar nada. A diminuição identificada pela Abrelpe era prevista do ponto de vista prático, porque houve uma mudança da demanda e direcionamento de fluxos de atendimento. Os hospitais terciários (hospitais maiores com leitos de UTI) estão mais vazios, mas com pacientes mais graves e com leitos bloqueados pelo isolamento. Além disso, todas as cirurgias eletivas foram canceladas”, relata Danielly Negrão.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomenda que os resíduos provenientes da assistência a pacientes suspeitos ou confirmados de infecção pelo covid-19, sejam enquadrados na categoria A1, conforme Anvisa, RDC 222/2018. Isso porque o Ministério da Saúde classificou o novo coronavírus como agente biológico de alto risco individual e moderado risco para a comunidade. Desta forma, os resíduos provenientes da assistência a pacientes da covid-19 devem ter destinação adequada. A segregação (separação) incorreta destes resíduos pode expor a comunidade a riscos e gerar impactos negativos ao meio ambiente.

Controle de infecção

O cenário atual de pandemia demanda cuidados especiais em todos as etapas do ciclo de gestão dos resíduos de saúde. Os profissionais dos serviços geradores de resíduos de saúde são responsáveis pela etapa de segregação, conforme normativa da Anvisa, e devem passar por treinamentos sobre as formas de segregação, acondicionamento, além de seguir prerrogativas de segurança ocupacional e ambiental.

Trabalhadores externos aos hospitais, funcionários que lidam diretamente com esses resíduos, devem ser capacitados e orientados: “Caso verifiquem algo fora da norma, devem separar a embalagem em algum contentor, informar a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar ou o setor responsável, para regularizar o acondicionamento antes da coleta”, afirma Philipe Pires Pereira Reis, Mestre em Engenharia Química e responsável técnico do Grupo Servioeste, unidade de Queimados (RJ).

Danielly Negrão afirma que a eficiência na gestão dos RSS exige dos profissionais da saúde um posicionamento de consumo consciente para diminuir a quantidade de resíduos gerados e evitar desperdícios. O descarte correto nas lixeiras específicas para cada grupo evita a contaminação dos demais resíduos, a consequente elevação dos custos e a exposição dos trabalhadores a riscos ocupacionais, como acidentes com perfurocortante. "Conhecer a composição dos RSS, as características do perfil de geração, os locais que mais geram resíduos, os horários de pico são ações estratégicas para o bom gerenciamento”, conclui professora Danielly.

Para que a gestão funcione de forma eficaz, todos os serviços de saúde devem manter o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) atualizado, descrevendo todas as ações relativas ao gerenciamento dos resíduos de saúde.

Doutora Renata Orofino, coordenadora médica da Comissão de Controle de Infecção do Hospital de Campanha da Prefeitura do Rio de Janeiro, no Riocentro, ressalta as regras da Anvisa: “É fundamental que todo hospital tenha um Plano de Gerenciamento de Resíduos (PGRSS) dividido em duas etapas: interna e externa. Na primeira, são mapeados todos os processos que ocorrem dentro da instituição, já na segunda, as etapas que ocorrem fora do hospital. O plano reduz a produção do resíduo, os custos com o descarte e reduz o risco de acidentes de trabalho, principalmente, os perfurocortantes.”

Além do Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS), hospitais são obrigados a contar com uma Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), e capacitar todos os envolvidos nos processos de gestão de resíduos.

Neste momento de pandemia, para além do trabalho de todos os profissionais da saúde, os serviços de coleta, transporte e tratamento de resíduos de saúde são fundamentais para mitigar a transmissão do coronavírus, reduzir os impactos ao meio ambiente e preservar a saúde coletiva.


Postado em 12 de Junho às 14h17

Junho Vermelho incentiva a doação de sangue

Saúde (30)

Agendamentos oferecem segurança aos doadores

O inverno é um período propício para a disseminação de doenças respiratórias. Pessoas sintomáticas não podem realizar doação. A consequência natural é a diminuição dos estoques de sangue. Para evitar que isso ocorra, no mês de junho os hemocentros focam em campanhas educativas para estimular as doações.

Eliana Ribicki, coordenadora de captação de doadores do Hemosc Chapecó, destaca: “É a frequência com que os doadores comparecem para captação que permite o equilíbrio dos estoques. Os hemocentros dependem dos doadores regulares”.

Sabendo disso, Mário Pavin doou seu sangue regularmente por 50 anos seguidos, colaborando para o funcionamento dos hospitais de Passo Fundo (RS) e região, já que sem estoques de sangue, cirurgias e atendimentos a pacientes com doenças crônicas ou em tratamento ficam prejudicados. Para Mário, a doação sempre foi algo natural. Agora, aos 70 anos já não pode mais doar. Contudo, durante cinco décadas, Mário esteve atento às necessidades dos hemocentros. Além de fazer o bem a centenas de pessoas, deixou um legado aos filhos, ensinando-os sobre a importância da doação regular e contínua.

Segurança

Neste momento de pandemia, a estratégia de trabalho dos hemocentros está centrada no processo de agendamento por telefone. O objetivo é assegurar o distanciamento seguro e controlar os estoques. “Intensificamos os cuidados para garantir segurança aos doadores e colaboradores e possibilitar que os estoques se mantenham em níveis seguros”, ressalta Eliana Ribicki, Hemosc Chapecó.

A cada dois anos, o Ministério da Saúde divulga dados de pesquisa sobre o perfil do doador de sangue no Brasil. Em 2018, apenas 1,6% da população brasileira doava sangue - 16 a cada mil habitantes.

Cada doação pode salvar até quatro vidas. Faça sua parte.
Agende seu horário no hemocentro da sua região.


Postado em 18 de Maio às 14h01

Controle da Infecção Hospitalar

Saúde (30)

Prevenção engloba medidas rigorosas de controle que vão da higienização das mãos ao tratamento de efluentes e resíduos de serviços de saúde

Há alguns anos o termo infecção hospitalar foi alterado devido à ampliação do conceito. Hoje, fala-se em Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS), incluindo diferentes estabelecimentos de assistência à saúde, como lares de idosos, home care, hospitais e clínicas. Portanto, o controle das infecções também deve ser realizado nestes ambientes. Além disso, o conceito abrange as infecções ocupacionais adquiridas por profissionais de saúde.

As Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) são aquelas adquiridas durante internação em unidades de assistência à saúde ou quando relacionadas a procedimentos ambulatoriais ou cirurgias, podendo manifestar-se inclusive após a alta.

Tiago Danelli, farmacêutico especialista em Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde e doutorando em Fisiopatologia Clínica e Laboratorial pela Universidade Estadual de Londrina, explica que as IRAS estão associadas a grupos de microrganismos multirresistentes (conhecidos como grupo ESKAPE) que apresentam altas taxas de morbimortalidade nos ambientes de assistência à saúde, justamente devido à resistência a medicamentos antimicrobianos potentes de uso hospitalar.

Além dos altos índices de morbimortalidade, as IRAS envolvem custos elevados de tratamento e tempo de permanência nas Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs), o que acaba reduzindo a disponibilidade de leitos para tratamento de outras enfermidades, afirma Tiago Danelli.

Os microrganismos ligados às IRAS estão relacionados a infecções oportunistas em pacientes imunodeprimidos, com a saúde debilitada ou suscetíveis, como aqueles que passaram por processos cirúrgicos, acidentes automobilísticos, queimados, com câncer, etc. Toda bactéria multirresistente é preocupante pois frente a uma baixa imunológica ou em pacientes com comorbidades, pode gerar infecção, assegura Tiago.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as infecções hospitalares podem ser controladas com medidas de prevenção. A Lei Federal n° 9.431/1997 instituiu a obrigatoriedade da existência da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) e de Programa de Controle de Infecções Hospitalares (PCIH).

Trabalhadores ligados aos setores de assistência à saúde devem ser capacitados para a prevenção da disseminação de agentes infecciosos, seguindo as recomendações da Gerência de Vigilância e Monitoramento em Serviços de Saúde, ligada ao Ministério da Saúde.

Principais ações de controle das IRAS

Lavagem completa e padronizada das mãos;
Bons hábitos de higiene – etiqueta da tosse e espirro;
Uso adequado de álcool 70%;
Uso correto de Equipamento de Proteção Individual (EPIs);
Imunização dos profissionais;
Controle e monitoramento da colonização de bactérias nos pacientes;
Isolamento dos pacientes quando houver indicação clínica;
Monitoramento do ambiente hospitalar;
Limpeza e desinfecções dos ambientes;
Correto tratamento de efluentes e resíduos de serviços de saúde.

One Health

Projeção da Organização das Nações Unidas (ONU) estima que até 2050, 10 milhões de pessoas no mundo poderão morrer a cada ano devido a infecções causadas por microrganismos multirresistentes.

A preocupação da OMS vai muito além da saúde humana. Em 2019 a organização divulgou as 10 ameaças à saúde global , dentre elas a resistência antimicrobiana.

Numa abordagem multidisciplinar e multiprofissional chamada One Health (Saúde Única) a OMS trabalha visando reduzir os riscos à saúde pública, dentre eles, a resistência antimicrobiana. Parte do pressuposto de que a saúde humana está vinculada à saúde ambiental, animal e vegetal. Microrganismos da saúde humana ao contaminarem o meio ambiente, por exemplo, geram interferências nos sistemas animal e vegetal, assim como o uso de antibióticos em animais de corte (proteína animal) e na agricultura interferem na saúde humana, ambiental, de outros animais e vegetais, gerando uma pressão seletiva que tende a selecionar os microrganismos multirresistentes, relata Tiago Danelli.

“A OMS trabalha em estreita colaboração com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) para promover respostas multissetoriais aos riscos de segurança alimentar, riscos de zoonoses e outras ameaças à saúde pública no ambiente humano, interface animal-ecossistema e fornecer orientações sobre como reduzir esses riscos”, declara a OMS.

Resíduos de Serviços de Saúde

A gestão adequada dos resíduos de saúde (RSS) reflete uma cultura de segurança institucional que pode ser determinante no processo assistencial e evitar desfechos desfavoráveis em saúde, afirma Danielly Negrão, doutora em enfermagem, com ênfase em gestão de resíduos de serviço de saúde.

Segundo a Anvisa (RDC 222/2018), os geradores de resíduos de saúde devem elaborar um Programa de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS), descrevendo as ações relativas ao manejo dos resíduos sólidos, contemplando aspectos referentes à geração, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e disposição final, bem como as ações de proteção à saúde pública e ao meio ambiente.

Os resíduos de serviços de saúde (RSS) representam potencial risco àquilo que a OMS chama Saúde Única (One Health), pois quando manipulados de forma inadequada ou descartados em locais impróprios podem danificar o meio ambiente, prejudicar humanos e animais.


Postado em 12 de Novembro de 2019 às 14h44

Servioeste capacita servidores de hospitais no Paraná

Saúde (30)

Servidores de três hospitais de Londrina/PR aprenderam, detalhadamente, o processo de coleta, transporte, tratamento e destinação final de resíduos de serviços de saúde. Os treinamentos, realizados pela equipe de Engenharia Ambiental da Servioeste, aconteceram na Santa Casa de Londrina, Hospital Mater Dei e Hospital Infantil Sagrada Família, nos dias 6 e 7 de novembro, e visam orientar sobre a importância da separação dos resíduos para destinação correta.

De acordo com analista de processos ambientais da Servioeste em Maringá/PR, Letícia Sussai Manzano, as capacitações melhoram a eficácia dos serviços da empresa.

“Nossos clientes precisam ter claras suas responsabilidades e ter consciência dos impactos ambientais e de saúde pública que esses resíduos podem causar. O tratamento e a destinação final ficam mais fáceis quando eles entendem a importância que têm dentro do processo”.

Nesta etapa, 300 colaboradores foram capacitados nos três hospitais paranaenses. Os treinamentos acontecem semanalmente em todas as 10 unidades do Grupo Servioeste.


Postado em 17 de Outubro de 2019 às 15h40

Servioeste capacita servidores do Hospital Paraná

Meio Ambiente (78)Saúde (30)

Treinamento em Maringá pautou a destinação correta de resíduos de serviço de saúde

Como deve ser feita a segregação dos resíduos gerados nas unidades de saúde? Depois de separados corretamente, de que forma devem ser acondicionados para não comprometer e para facilitar o trabalho de coleta, tratamento e destinação final dos materiais recolhidos? Estes foram os temas abordados no treinamento da Servioeste concedido a 50 servidores do Hospital Paraná, em Maringá, nesta quinta-feira, 17.

Os servidores de diversos departamentos aprenderam o passo a passo do tratamento de resíduos de saúde feito pela Servioeste, desde a coleta do material, passando pelo transporte em caminhões licenciados, até os processos de tratamento – incineração, autoclavagem e tratamento de gases – e disposição final em aterros sanitários.

De acordo com a Engenheira Ambiental e Sanitária da Servioeste em Maringá, Letícia Sussai Manzano, a capacitação é importante, já que todo o processo de tratamento inicia na segregação dos resíduos, hoje, maior gargalo do setor.

“Os treinamentos aumentam a eficácia dos serviços da empresa, ampliando o conhecimento dos clientes sobre segregação, tratamento e disposição final dos resíduos, até porque todos geram resíduos em seus processos de trabalho e têm a responsabilidade de evitar que eles causem impacto ambiental e na saúde pública”.

Grupo Servioeste

Além da coleta, transporte, tratamento e destinação final dos resíduos de saúde, o Grupo Servioeste também gerencia centrais de portos e aeroportos, elabora Planos de Gerenciamento de Resíduos, oferece treinamentos e assessoria em licenciamento e projetos ambientas. Também, comercializa produtos para o acondicionamento dos resíduos.

A empresa ainda coleta, transporta, trata e destina resíduos de cemitérios e oferece o serviço de destruição segura de documentos.

A Servioeste é a única empresa no Brasil que possui coleta informatizada com controle online permanente e acompanhamento em tempo real, na qual são lançados os tipos e a quantidade dos resíduos coletados, garantindo a segurança dos clientes.

Também possui frota certificada e licenciada pelos órgãos fiscalizadores de acordo com as Normas Técnicas da ABNT e INMETRO, além de monitoramento e rastreamento 24 horas via satélite, bem como seguro ambiental.


Servioeste capacita servidores de saúde em Chapecó26/09/19 Treinamento pauta destinação correta de resíduos no setor Como deve ser feita a segregação dos resíduos gerados nas unidades de saúde? Depois de separados corretamente, de que forma devem ser acondicionados para não comprometer e para facilitar o trabalho de coleta, tratamento e destinação final dos materiais recolhidos? Estes são os......
Servioeste treina servidores em Planalto12/06/19 Vinte e cinco servidores do Hospital Medianeira, em Planalto, Rio Grande do Sul, passaram por treinamento ministrado pela Servioeste nesta semana. A engenheira ambiental da Servioeste, Caroline Beutler, abordou normas e procedimentos para a......
Treinamentos no RJ22/02/19 Durante janeiro, o Grupo Servioeste ministrou um treinamento em Gestão de Resíduos de Saúde para os gestores das unidades de saúde básica na cidade de Barra do Piraí/RJ. Um treinamento em Gestão de......
Servioeste ministra treinamento a Hospital de Ronda Alta04/06/18 Em maio, o Grupo Servioeste esteve no Hospital Atra, de Ronda Alta/RS, para oferecer um treinamento a sua equipe técnica. O acompanhamento faz parte do processo de gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde do Hospital. Na......
Semana da Enfermagem de Volta Redonda04/06/18 Reunidos no auditório Colégio ICT, 126 alunos assistiram a palestra sobre Gestão de Resíduos de Saúde e Boas Práticas, ministrada pelo Grupo Servioeste. A explanação fez parte da Semana da Enfermagem da......
Grupo Servioeste tem treinamento com Bombeiros04/06/18 A unidade da Servioeste de Chapecó/SC recebeu treinamento dos bombeiros para as normas de segurança do trabalho. Levantamento da Estrutura de Prevenção e Combate a Incêndio; Análise da adequação da......
Cuidados ao descartar agulhas e resíduos perfurocortantes18/04/18Assim como os demais resíduos de saúde, os que apresentam riscos de cortes e perfurações devem ser acondicionados corretamente para evitar contaminação. Não é incomum encontrar objetos perigosos, como seringas com agulhas, descartados de maneira incorreta, em sacos plásticos e sem a devida identificação. Prática que pode acarretar em danos para a saúde dos......
Como estúdios de tatuagem devem gerenciar seus resíduos12/04/18Empreendimentos também são geradores de resíduos de serviços de saúde. A manipulação dos resíduos perfurocortantes com agentes biológicos pode causar acidentes, levando à contaminação da população, caso os Resíduos de Serviços de Saúde (RSS)......
Saiba o que acondicionar no Saco Laranja️29/03/18 Produtos e Insumos farmacêuticos; Medicamentos Controlados pela Portaria MS 344/98; Medicamentos vencidos; Resíduos de cosméticos....
Saiba o que acondicionar no Saco Vermelho27/03/18 Resíduos com suspeita ou certeza de contaminação biológica por agentes Classe de Risco 4, microrganismos com relevância epidemiológica e risco de disseminação; Bolsas transfusionais contendo sangue......
Saiba o que acondicionar no Saco Branco Leitoso22/03/18 Resíduos resultantes de atividades de vacinação com microrganismos vivos ou atenuados, incluindo frascos de vacinas com expiração do prazo de validade, com conteúdo inutilizado, vazios ou com restos do......
Outubro Rosa09/10/17 Outubro é reconhecido mundialmente como o mês de combate ao câncer de mama. O movimento Outubro Rosa é utilizado para estimular a prevenção à doença e surgiu em 1990, na primeira Corrida pela Cura,......
Setembro Verde01/09/17Campanha destaca importância do diagnóstico precoce do câncer colorretal Entidades de saúde de Santa Catarina estão juntas para a campanha Setembro Verde, que tem por finalidade informar a população sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de intestino e reto (câncer......
Saiba como separar resíduos de saúde05/04/17 O descarte inadequado de resíduos de saúde (contaminados, portanto nocivos), além de ser um risco à saúde humana e ao meio ambiente, acarreta em crime ambiental. Cada resíduo precisa ter sua separação,......
Outubro Rosa31/10/16 No dia 25 de outubro de 2016 a equipe da Servioeste Chapecó participou de palestra com o Mastologista Dr. Luiz Marinho da Unimed, o tema abordado foi o Câncer de mama, doença que atinge 01entre 09 mulheres no Brasil. Quais......