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Histórias que constroem a Servioeste
"Enquanto me quiserem, estou por aqui”: seu Borges ajuda a contar os 27 anos da Servioeste
José Borges continua acordando cedo para conduzir os colaboradores da empresa que considera sua segunda família
Servioeste · Setembro de 2026
 

José Borges, o seu Borges, ao lado do ônibus que conduz todas as manhãs.
Odia ainda está começando quando José Borges assume o volante do ônibus da Servioeste. Todas as manhãs, ele percorre seu trajeto transportando os colaboradores que iniciam mais uma jornada de trabalho.
Para muitos, é o primeiro encontro do dia. Para seu Borges, como é carinhosamente chamado, é mais uma oportunidade de fazer aquilo que gosta: trabalhar e servir às pessoas.
Mesmo aos 65 anos, ele não pensa em parar.
"Trabalhar aqui, para mim, além de ser uma necessidade, é um prazer. É servir esta família. Já falei que a Servioeste é a minha segunda família. Eu me sinto bem aqui. Enquanto me quiserem, estou por aqui.”
José BorgesA simplicidade de suas palavras revela um sentimento construído ao longo dos anos: pertencimento. Seu Borges encontra sentido justamente na rotina que, para muitos, poderia parecer comum.
"O que me faz bem é acordar cedo, pegar o ônibus e ver todo mundo começando a trabalhar”, afirma.
 

A rotina ao volante é também uma forma de cuidado com quem começa mais um dia de trabalho.
A história de José Borges representa muito do que existe por trás dos 27 anos da Servioeste. São pessoas que acordam cedo, percorrem quilômetros, cuidam umas das outras e compreendem que cada atividade, independentemente da função, é indispensável para que todo o trabalho aconteça com segurança e responsabilidade.
Uma trajetória que começou em Chapecó
Em 1999, depois de um longo período de busca pelas licenças ambientais, a Servioeste iniciou suas atividades em Chapecó, Santa Catarina. Neste mês de setembro, a empresa completa 27 anos de uma história marcada pelo trabalho, pela solidez e pelo crescimento constante.
O que começou como uma empresa voltada à coleta e ao tratamento de resíduos de serviços de saúde transformou-se em um grupo com atuação ampla no setor ambiental. Atualmente, a Servioeste oferece serviços de coleta, transporte, tratamento e destinação de resíduos de saúde, industriais, especiais, aeroportuários e sólidos urbanos, além de soluções em logística ambiental.
A empresa está presente nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, atendendo clientes públicos e privados em mais de 2 mil municípios. Sua estrutura reúne mais de 50 empresas, 18 filiais e uma frota superior a 200 veículos especializados, preparados para realizar operações que exigem controle, rastreabilidade e segurança.
Nos últimos anos, esse crescimento ganhou ainda mais força. A Servioeste ampliou sua presença com novas operações e unidades em cidades como Uberlândia, em Minas Gerais, Cariacica, no Espírito Santo, e Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro. A expansão também envolveu operações em diferentes municípios paulistas e fluminenses, reforçando a estratégia de levar suas soluções ambientais a novas regiões do país.
 

Todos os dias, seu Borges participa do começo da jornada de dezenas de colaboradores.
Crescimento construído por pessoas
Os números demonstram a dimensão alcançada pela Servioeste, mas são as pessoas que ajudam a explicar a consistência dessa trajetória.
Em uma atividade essencial, que exige responsabilidade diária, a experiência dos profissionais, o respeito às normas e o cuidado em cada etapa são fundamentais. Da coleta ao tratamento, da operação administrativa ao transporte dos colaboradores, cada pessoa participa da construção do resultado.
Seu Borges talvez não acompanhe todos os indicadores de crescimento da empresa. Mas conhece de perto os rostos, as conversas e a rotina de quem ajuda a construir essa história diariamente. Ao conduzir o ônibus, ele também transporta parte da história da Servioeste: profissionais, experiências, sonhos e famílias que encontram na empresa oportunidades para seguir em frente.
É por isso que, ao falar sobre seu trabalho, ele não menciona apenas a função que desempenha. Ele fala sobre sua segunda família.


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